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Ato no Ary Parreiras

Servidores da unidade, em greve, estão sem receber o 13º, metade do salário de abril e a totalidade do de maio, sem perspectiva de normalização.
- Foto: Mayara Alves

Protesto no Ary Parreiras contra Pezão, por salários e pelo fim do caos na saúde

14/06/2017


Diretores do Sindsprev/RJ e servidores do Ary Parreiras, em manifestação na porta do hospital, denunciam o genocídio na saúde
Foto: Mayara Alves

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Regularização do pagamento dos salários e investimento na rede estadual de saúde foram as principais reivindicações do protesto do qual participaram os servidores do Hospital Estadual Ary Parreiras, em greve, nesta terça-feira (13/6), em frente à unidade, que fica em Niterói. Eles estão sem receber o 13º, metade do salário de abril e a totalidade do de maio, sem perspectiva de normalização. Também estão em greve a Perícia Médica e o Hospital Azevedo Lima.

“Sabemos que a saúde não está na lista de prioridades de Pezão. Por isto a rede estadual de hospitais está com salários atrasados, caindo aos pedaços, com gestão privatizada, número reduzido de funcionários, equipamentos sem funcionar e falta de todo tipo de material, desde seringas, suturas, medicamentos os mais variados e até material de limpeza”, afirmou Rosimeri Paiva (Rose), diretora do Sindsprev/RJ, durante a manifestação. Ela lembrou que a situação dos aposentados e pensionistas é ainda pior, não recebendo desde janeiro.

Durante o ato, os servidores exigiram o afastamento definitivo de Pezão do governo, por seu envolvimento com o esquema que vem desde Cabral, preso por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e corrupção passiva, pelas isenções fiscais irregulares bilionárias a “empresas amigas” e vários outros tipos de desvios. Como se não bastasse a situação de penúria causada pelos salários atrasados, a vida dos servidores da saúde do estado ficou ainda mais dramática com a aprovação, pela Alerj, de aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%.

Não à acomodação de escala

O protesto foi também em repúdio à acomodação de escala, um acordo feito extraoficialmente pelos gestores, que prevê a redução da carga horária. Apesar de parecer favorável, é uma armadilha. Visa manter os servidores comparecendo ao hospital, mesmo trabalhando menos, impedindo-os, desta forma, de participar da greve. Nesta situação, além de enfraquecer a força da paralisação, correm o risco de ser punidos pelo Ministério Público, já que seus nomes estarão na escala, mas, eventualmente, podem não estar presentes, graças à redução da jornada.

Rose chamou a atenção para esta dupla armadilha. Segundo explicou, o correto é estar em greve, participando das atividades da paralisação e usando o código de greve, que é o código 61. “Do contrário, estaremos fragilizando a nossa mobilização e, desta forma, enfraquecendo a nossa luta e a pressão pela normalização do pagamento e demais reivindicações”, argumentou. A acomodação de escala acaba prejudicando também o paciente, já que, com menos pessoal, é pior o serviço prestado e menor a pressão para que a situação se normalize e se possam exigir melhores condições de trabalho e atendimento.  





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