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Ato da Saúde do Estado no Tom Jobim

Cartazes (em português e inglês), discursos e faixas denunciaram a falência a que o governador Pezão e seu antecessor Sérgio Cabral Filho levaram o estado
- Foto: Fernando de França

Turistas no Tom Jobim aplaudem ato da saúde estadual e gritam Fora Pezão e Temer

26/07/2017


Protesto dos servidores alerta turistas que chegam ao Rio, pelo Tom Jobim, de que o estado está um caos devido ao governador Pezão

Foto: Fernando França

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

O governador Pezão foi o alvo do ato que servidores da saúde estadual fizeram nesta quarta-feira (26/7), pela manhã, no desembarque internacional do Aeroporto Tom Jobim. Em seus cartazes (em português e inglês), discursos e faixas denunciaram a falência a que o governador Pezão e seu antecessor Sérgio Cabral Filho levaram o estado, a situação de penúria dos hospitais públicos fluminenses e o envolvimento de Pezão e Cabral em fraudes, como isenções ilegais de tributos, entre outros tipos de desvio de verbas.

Os turistas que chegavam se esforçavam para entender o que acontecia, ao contrário de seus familiares e amigos que os esperavam e apoiavam os servidores, aplaudindo-os diversas vezes e acompanhando em coro as palavras de ordem “Fora Pezão”, repetida pelos manifestantes. e “Fora Temer”. Todos ouviram os servidores com respeito, durante mais de uma hora (das 10 às 11 horas) que durou o protesto. Taxistas que amanhã farão uma carreta contra o Uber, pelo Centro da Cidade, apoiavam os servidores da saúde, afirmando que ‘é por aí’. “Com estes safados (os governantes), tem que ser na marra”, afirmou um deles.

Selfies na rede

A manifestação foi organizada pelo Sindsprev/RJ. A recepção das pessoas que lotavam o saguão de desembarque foi extremamente positiva em relação ao protesto. Muitas fizeram imagens com seus celulares e postaram nas redes sociais, aplaudiram e acompanharam algumas palavras de ordem. Uma turista tirou fotos junto com os servidores.

A maior faixa resumia a principal denúncia do ato, a dramática situação vivida pelos servidores dos hospitais, que, sem salários, estão sem ter sequer como comprar comida e medicamentos: “Servidores da saúde estadual pedem socorro”. Outra denunciava o esquema armado pelo governo do estado com as terceirizadas que passaram a administrar a rede hospitalar: “OS e Fundação, a Lava-Jato da Saúde”. Havia também cartazes bilíngues: “Dignidade para os trabalhadores da saúde” e “A Justiça é cega, surda e muda”, numa referência ao desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que rejeitou ação pelo pagamento imediato, dizendo que o atraso de meses era apenas um “mero aborrecimento”.

Pezão vai para um SPA

A diretora do Sindsprev/RJ Clara Fonseca discursou denunciando a situação gravíssima dos profissionais de saúde e chamando a atenção para o perigo que o caos nos hospitais representa para a população mais pobre, mas também para a classe média e para os ricos. “Num acidente grave, todos têm que ser levados, inicialmente, para as unidades públicas do estado, que não têm o material básico para atender. Nem equipamento, nem medicamentos, nem servidores em número suficiente. É um verdadeiro genocídio e a responsabilidade é do governador”, afirmou. Acrescentou, ainda, que, “sem salários, somos escravos sem correntes”.

Também diretora do Sindsprev/RJ, Rosimeri Paiva (Rose) lembrou que, mostrando seu total descaso com a população, Pezão passou uns dias num SPA caríssimo. “Estamos sem receber, as pessoas morrendo e o governador gasta com um SPA. É um escárnio!”, afirmou. Ela puxou a canção tantas vezes cantadas para os corruptos: “O Pezão vai ganhar uma passagem pra sair deste lugar, não é de trem, nem de metrô, nem avião, é algemado no camburão!”.

Sérgio da Silva Henrique, militante da saúde e do Conselho Fiscal do Sindsprev/RJ, lembrou que Michel Temer, assim como Pezão, estava estrangulando a saúde pública, com o corte de gastos e a não realização de concursos. Puxou a palavra de ordem “Fora Pezão”, sendo acompanhado por todos no saguão, o mesmo acontecendo com o “Fora Temer”.





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