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Sindsprev Comunitário - Vila Aliaça

Moradores da Vila Aliança cobram canalização do Sarapuí e afluentes
Moradores da Vila Aliança cobram canalização do Sarapuí e afluentes - Foto: Fernando de França

Moradores da Vila Aliança cobram canalização do Sarapuí e afluentes

31/01/2008

Por André Pelliccione (texto) e Fernando França (fotos)

Moradores das ruas Araruama, Ceres, do Herval e da Estrada do Engenho, na Vila Aliança, acompanharam, no último dia 30 de janeiro, visita técnica da SERLA (Superintendência Estadual de Rios e Lagoas) ao rio Sarapuí, que corta a região. A visita teve como finalidade a preparação de relatório que fundamentará, tecnicamente, futuras obras de canalização do Sarapuí, previstas no PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) com orçamento de R$ 195 milhões.
Os moradores reivindicam que, além do Sarapuí, sejam canalizados os rios das Tintas e do Lúcio, que também cortam a Vila Aliança. “As casas próximas a esses rios estão caindo porque são arrastadas pelas águas, devido à falta de canalização. A cada dia os moradores sofrem mais e mais perdas, com risco de doenças também”, critica o morador Isaac Loureiro, diretor do Sindsprev. Segundo ele, desde o início do governo Sergio Cabral (PMDB) várias reuniões já foram realizadas com a SERLA, que até hoje ainda não cumpriu a promessa de realizar as obras. “Pelo que sabemos — disse — essa visita técnica do dia 30 prepararia a abertura de licitação para as obras no Sarapuí. Achamos que a verba destinada também dá para canalizar os outros rios. Aqui já houve casos em que os moradores tiveram que ser retirados às pressas para não serem arrastados junto com suas casas”.

Casas ameaçam desabar

Durante a visitação, um dos problemas alegados pelos técnicos seria a ‘excessiva proximidade’ das casas em relação à margem dos rios, o que dificultaria o trabalho de contenção das margens durante as obras. Presidente da AMARA (Associação dos Moradores da Rua Araruama), Diego Martins Faria culpa o crescimento desordenado pela situação. “Na verdade não houve ocupação direta das margens pelos moradores. O que aconteceu foi a combinação entre crescimento populacional e erosão das margens dos rios, gerando esse problema, que é possível superar”, disse.
“Farei o levantamento técnico sobre o que será necessário e encaminharei o relatório para a diretoria de obras e presidência da SERLA, que tomará a posição final sobre o projeto. O fato é que a estrutura de muitas casas está abalada”, explicou o engenheiro da SERLA André Granata da Silva Castro.
Entrevistados pela reportagem do Jornal do Sindsprev, moradores demonstraram irritação com a continuidade do problema. “Ninguém aguenta mais essa situação. Temos que fazer drenagem urgente desse Rio e pedimos isto há mais de 10 anos, sem qualquer resposta. O Sarapuí e o rio das Tintas já até transbordaram”, desabafou João do Nascimento, 57 anos, morando há 45 na Rua Araruama.
Também moradora da Araruama, Arléia Paixão de Oliveira, 67 anos, acha que o governo precisa ‘ser mais pressionado’ para canalizar o rio. “Temos que nos organizar para cobrar as obras. Na minha casa já tive perda de terreno, tamanha é a força das águas. Os ratos também são muitos e já entram dentro de casa. Tenho uma neta de um mês e estou preocupada com isto”, disse.





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