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Saúde Federal  

Hospital da Lagoa, Ipanema, Andarai e HFB terão atos nesta 1ª semana de greve

04/02/2014

Concentração de servidores em frente ao Hospital Cardoso Fontes, no primeireo dia da greve
foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

O terceiro dia da greve dos servidores dos hospitais federais do Rio terá como atividade central um protesto que acontecerá, na quarta-feira (5), em frente ao Hospital da Lagoa, na Zona Sul do Rio. A greve iniciada na segunda-feira (3) é contra o aumento da jornada de trabalho e a instalação do ponto eletrônico, medidas relacionadas ao processo de privatização das unidades. Ainda nesta semana haverá atos públicos no Hospital do Andaraí, na quinta-feira (6), às 10 horas, no Hospital de Ipanema, também na quinta, mas à tarde, e no Hospital Federal de Bonsucesso, na sexta-feira (7), às 10 horas.

No primeiro dia da greve, os servidores do Hospital Federal Cardoso Fontes protestaram com uma manifestação na Estrada Grajaú-Jacarepaguá. Já nesta terça-feira (4), a manifestação foi em frente ao Hospital Federal dos Servidores (HFSE). A concentração para o ato público na Lagoa está marcada para as 10 horas da manhã. Já o ato que aconteceria perto dali, no Hospital de Ipanema, na segunda-feira (5), foi transferido pelos próprios servidores da unidade para a quinta-feira (6), a partir das 16 horas. A manifestação de sexta-feira no HFB será de toda a categoria. Os servidores nos demais hospitais já estão se organizando para participar coletivamente da atividade.

A greve na saúde começou com a adesão dos servidores, já no primeiro dia, dos hospitais da Lagoa, Ipanema, Cardoso Fontes, Andaraí e Servidores. Os profissionais dos institutos de Cardiologia, em Laranjeiras, e de Traumatologia e Ortopedia (Into), na entrada da av. Brasil, também pararam. No Hospital Federal de Bonsucesso, o ínício da paralisação acabou adiado para esta quarta-feira (5). Serviços de atendimento aos pacientes e de urgência, como ocorre em todas as greves, estão sendo mantidos.

Os profissionais da saúde federal decidiram ir à greve depois que o Ministério da Saúde se recusou a suspender o início da implantação da fase de testes do ponto eletrônico, iniciada sob boicote dos servidores no dia 3 de fevereiro. Um dos argumentos do governo para isso – a ‘moralização’ dos hospitais federais – deixou os trabalhadores irritados. “Eles alegam que o servidor público não quer trabalhar e isso é mentira”, disse um servidor do Hospital da Lagoa durante a assembleia realizada no Centro de Estudos, na sexta-feira (31). 

O ponto eletrônico está programado para cobrar uma jornada de 40 horas semanais – enquanto há 30 anos os servidores trabalham 30 horas por semana. Nas assembleias, os trabalhadores decidiram boicotar o ponto eletrônico e não registrar presença nele.






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