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Saúde Federal  

Trabalhadores da manutenção do Into podem parar contra atraso nos salários

17/02/2014

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Os trabalhadores terceirizados que cuidam da manutenção do Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad) ameaçam cruzar os braços caso o pagamento dos salários e de benefícios não seja regularizado pela empresa a que estão vinculados, a MPE. Os servidores federais da unidade estão em greve desde o dia 3 de fevereiro, por conta da ameaça de aumento na jornada de trabalho de 30 para 40 horas semanais.

Desde dezembro, os trabalhadores da manutenção vêm recebendo os salários com atraso. Até a sexta-feira (14), o pagamento de janeiro não havia sido depositado pela empresa contratada pelo hospital, que integra a do Ministério da Saúde no Rio. Como o auxílio-alimentação e o vale-transporte também não saíram, muitos trabalhadores já não têm mais como chegar ao trabalho.

Eles denunciam, ainda, que a empresa quer inserir estas horas não trabalhadas em um banco de horas, para serem compensadas posteriormente. Os trabalhadores reclamam ainda do valor das remunerações. “É um salário de fome, não tem plano de saúde, não tem nada”, disse um operário, que preferiu não se identificar. Um ajudante recebe cerca de R$ 950,00 brutos, enquanto um profissional mais qualificado, como eletricista ou bombeiro, R$ 1.260,00.

De acordo com o próprio saite da empresa, a MPE faz a “manutenção preventiva e corretiva nos sistemas elétrico, hidráulico, civil, de refrigeração e da estação de tratamento de esgoto” do hospital, que fica entrada da Avenida Brasil. Os trabalhadores vêm se organizando e ameaçam parar caso o pagamento não seja regularizado. Segundo eles, isso não ocorreu até agora em consideração aos profissionais da saúde e à população.






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