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Saúde Federal  

Servidores do Nerj fazem nova assembleia local nesta terça (25)

24/02/2014

Da Redação do Sindsprev-RJ

 

Os servidores do Núcleo do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro fazem nova assembleia nesta terça-feira (25), a partir das 10 horas, no térreo do prédio da rua México 128. A assembleia é para organizar a participação do setor na greve da saúde federal no Rio.

 

A greve pôs nas ruas e na mídia a luta pela jornada de 30 horas, contra a imposição do ponto eletrônico e a ameaça de privatização dos hospitais. É uma luta de toda a categoria.

 

A força da greve levou o Ministério da Saúde a recebeu o Comando de Greve para negociar. Mas o governo segue se negando a estender para todos o direito à jornada histórica de 30 horas. A greve entra agora num momento que pode ser decisivo, no qual se busca ampliar a pressão sobre o governo nas negociações.

 

Veja as principais reivindicações da greve

 

Jornada de 30 horas para todos – é um direito histórico da categoria, que há 30 anos cumpre esta jornada, do qual não podemos abrir mão;

 

Contra o ponto eletrônico – a imposição do ponto eletrônico está associada à quebra do direito às 30 horas para todos e ao projeto de privatização dos hospitais, sob o risco de serem entregues para a Ebserh – a empresa de direito privado criada pelo governo.

 

Não à privatização da saúde federal – A saúde pública corre sérios riscos. E a carreira dos profissionais de saúde também. A privatização significará o fim de qualquer possibilidade de melhoria salarial ou de perspectiva de conquistar uma carreira melhor;

 

Melhores condições de trabalho – A falta de estrutura para trabalhar é uma realidade em todos os locais de trabalho; decorre de uma política do governo que não investe na saúde pública e na valorização dos servidores estatutários;

 

Equiparação salarial com o INSS – A greve permitiu colocar em pauta a luta pela equiparação salarial com os servidores do INSS. Foi retomada a discussão em torno da tabela salarial acordada com o Ministério da Saúde e que acabou engavetada no Planejamento. O governo, como sempre, resiste em ceder qualquer coisa neste campo. Com o conjunto do funcionalismo, já vem argumentando que há um acordo firmado até 2015 que prevê as três parcelas de reajuste. Mas estas parcelas não cobrem nem a inflação do período, que dirá a defasagem histórica da categoria. O reajuste conquistado na greve de 2012 não estava condicionado a que se abrisse mão de reivindicações como a equiparação salarial. Neste e em outros casos, é sempre uma decisão política, na qual é a força da greve e da mobilização que podem levar a um maior ou menor avanço.






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