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Saúde Federal  

Saúde federal suspende paralisação mas mantém 'estado de greve'

30/04/2014

Servidores na assembleia que decidiu pela suspensão da greve na saúde federal. Trabalhadores aprovaram 'estado de greve'
Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Reunidos em assembleia geral no dia 30 de abril, no auditório do Sindsprev/RJ, os servidores da saúde federal decidiram suspender a greve iniciada dia 28/04. A assembleia também decidiu pela assinatura do ‘Termo de Acordo’ de greve apresentado em março pelo Ministério da Saúde (MS). Os servidores, no entanto, continuam em ‘estado de greve’ e participarão, em Brasília, de caravanas da campanha salarial do funcionalismo público federal, nos dias 7 e 15 de maio.

Quanto aos valores salariais descontados dos servidores da saúde federal por conta da primeira greve da categoria, de 38 dias, realizada em fevereiro e março deste ano, o Sindsprev-RJ já ingressou com Mandado de Segurança na Justiça, questionando o arbitrário desconto efetuado pelo governo.
 
A avaliação predominante na assembleia foi que a greve iniciada dia 28/04 não estava, de fato, ocorrendo na maioria das unidades. A exceção do Hospital Federal Cardoso Fontes (HCF), do Nerj e do Inca (Instituto Nacional do Câncer), praticamente não havia greve nas demais unidades, onde eram grandes as dificuldades de mobilização. Das unidades em greve, contudo, o Inca ainda decidirá, em assembleia específica, se continuará (ou não) a paralisação no Instituto.

Outra avaliação predominante na assembleia foi de que o ‘Termo de Acordo’ apresentado em março pelo Ministério da Saúde, apesar de não contemplar todos os setores, foi uma conquista da greve de 38 dias, na medida em que forçou o governo a recuar da posição inicial de impor as 40h com ponto eletrônico para todos os servidores.

A manutenção do ‘estado de greve’ visa a reorganizar a mobilização dos servidores para a conquista das reivindicações da categoria, como extensão das 30h aos trabalhadores do Nerj e do Inca, concurso público, repúdio ao ponto eletrônico, reajuste pela tabela salarial do INSS (Seguro Social), concurso público e fim de todos os processos de privatização, com retirada da Ebserh dos hospitais federais e revogação da Portaria nº 155.






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