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Saúde Federal  

Ministério da Saúde considera ‘adequadas’ medidas da direção do INCA contra servidores

03/09/2014

Bebidas alcoólicas encontradas pelos servidores do Inca 3 durante ocupação do gabinete do diretor-geral daquela unidade, em junho

Foto: colaboração

 

 

Da Redação do Sindsprev/RJ

Dia 25 de agosto, a Coordenação Geral de Gestão de Pessoas do Ministério da Saúde emitiu o ofício nº 1085/2014, por meio do qual considerou “adequadas” as “medidas adotadas” em maio deste ano pela atual direção-geral do INCA em relação aos atos de violência física e moral praticados contra os servidores do Instituto. Ou seja: para o Ministério, nada de anormal está acontecendo nas relações entre a direção-geral do Inca e os servidores.

Na prática, é como se a ocupação do gabinete do diretor do Inca 3, Pedro Aurélio, realizada em junho, fosse algo sem razão de ser. Como se os servidores não tivessem motivos de sobra para protestar contra os constantes abusos e perseguições movidas naquela e em outras unidades do Inca.

Só pra lembrar: durante a ocupação do gabinete do diretor-geral do Inca 3, os servidores encontraram várias irregularidades, como bebidas alcoólicas e medicamento radioativo sem licença da Anvisa.

O ofício do Ministério da Saúde vem causando profunda indignação entre os servidores do Inca, que diariamente são desrespeitados pelos gestores do Instituto.

Enquanto referenda as práticas nefastas da direção-geral do Inca, o Ministério da Saúde não responde às denúncias encaminhadas pelos servidores do Instituto, como:

1 - atentado contra o princípio da moralidade e contra a segurança no serviço público: armazenamento de 16 garrafas de bebidas alcoólicas (entre uísques, vinhos, vodcas e aguardentes) e de radiofármacos vencidos e de comercialização proibida no interior do gabinete da direção do HC-III;

2 - atos anti-sindicais: diretores e seguranças arrancando e jogando no lixo cartazes de divulgação da greve e panfletos de orientações aos servidores; cerceamento do uso de salas e de auditórios para realização de reuniões entre os servidores; coação moral contra a participação de servidores em atos públicos e assembléias, etc;

3 - agressão física à enfermeira-oncologista praticada por um segurança da direção-geral, no HC-I;

4- agressão física a uma paciente do HC-III praticada pelo diretor daquela unidade;

5 - acusações levianas e caluniosas, por meio da intranet, acerca do movimento grevista, acusando os servidores do crime de invasão durante ocupação do gabinete da Direção do HC-III e durante tentativa de diálogo frustrada com o diretor-geral do INCA.

Conforme respondeu ao Ministério da Saúde, a própria direção do INCA admitiu ter se furtado da responsabilidade de tomar qualquer medida corretiva, transferindo toda a sua responsabilidade de agir contra as irregularidades na instituição para os órgãos de controle da União e para o Poder Judiciário.


 






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