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Saúde Federal  

Nesta quarta (14), vigília no Nerj pressiona governo contra privatização

13/01/2015

Servidores durante assembleia no Instituto Nacional de Cardiologia, em Laranjeiras
foto: Fernando França/Sindsprev/RJ

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Os servidores dos hospitais federais do Rio farão vigília em frente à sede do Ministério da Saúde no estado, nesta quarta-feira (14), a partir das 10 horas da manhã. A manifestação se estenderá para acompanhar a reunião de negociação marcada para 13 horas com a coordenação do Nerj, núcleo do ministério no Rio.

A atividade é parte do dia de mobilização e paralisação contra a ameaça de estadualização e privatização dos hospitais e institutos federais do Rio. “Vamos almoçar no Ministério da Saúde”, disse Cristiane Gerardo, dirigente do Sindsprev-RJ, durante a assembleia no Instituto Nacional de Cardiologia, em Laranjeiras.

A servidora destacou a importância da participação da categoria neste momento, quando a estadualização de setores estratégicos nas unidades e decorrente avanço do processo de privatização são ameaças concretas. “Nos últimos oito meses a gente conseguiu derrotar as três principais políticas do governo [para os hospitais federais]: o ponto eletrônico, o aumento da jornada e a privatização [via Ebserh]. Mas a gente continua com esses fantasmas [nos ameaçando]”, alertou.

Reunião do Comando de Mobilização na sede do sindicato (rua Joaquim Silva 98, Lapa), nesta terça-feira (13), às 18 horas,vai tratar dos últimos preparativos para o ato, protestos e paralisação desta quarta e avaliar como foi a movimentação nos hospitais ao longo dos últimos dias, quando assembleias foram realizadas nas unidades.

A mobilização em defesa dos hospitais também vai expor outra questão essencial na vida dos profissionais de saúde: as perdas salariais. “Continuamos sendo a categoria pior remunerada dos serviços públicos federais”, disse a servidora Lúcia de Pádua, diretora do Sindsprev-RJ, ao defender a organização da campanha salarial conjunta do funcionalismo para pressionar o governo em 2015. Ano que já começa com os trabalhadores sob ataques das três esferas de governo, o que, avaliaram os servidores, deve ser enfrentado com unidade.






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