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Saúde Federal  

Greve da saúde federal se amplia na véspera da negociação em Brasília

13/08/2015

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

A greve dos servidores da saúde federal foi ampliada hoje (13/8) com a adesão dos servidores do Laboratório do Hospital dos Servidores do Estado (HFSE). O restante da unidade já estava paralisado, funcionando apenas os atendimentos de urgência, a parturientes e programas de fornecimento de medicamentos de uso contínuo. Na avaliação do Sindsprev/RJ, o fortalecimento da greve é fundamental para um resultado positivo na negociação com o Ministério da Saúde, marcada para esta sexta-fera (14/8), em Brasília.

A paralisação dos profissionais da saúde federal, em campanha salarial, começou no dia 7 de julho, inicialmente com o Hospital Cardoso Fontes. No dia 23 daquele mês aderiram o Instituto de Tramautologia e Ortopedia (Into), Hospital de Bonsucesso, Instituto de Cardiologia (INC), Lagoa e Ipanema.

Proposta de arrocho

A negociação só foi marcada pelo governo federal, após os servidores em greve ocuparem o Ministério da Saúde, em Brasília, e o Núcleo do MS no Rio de Janeiro (Nerj), ontem (12/8). A posição do Ministério da Saúde vinha sendo de arrogância, tendo repetido nas rodadas de negociação que a proposta já rejeitada em plenárias nacionais e assembleias dos servidores nos estados era a última a ser feita.

Apelidada de Casas Bahia, a proposição do MS consiste em sequer repor as perdas geradas pela inflação e impor um acordo rebaixado, válido por quatro anos: reajuste nos percentuais de 5,5% em 2016; 5% em 2017; 4,75% em 2018; e 4,5% em 2019, sempre em janeiro, totalizando 21,3% a serem pagos ao longo de quatro anos. Vale lembrar que a inflação anualizada já é superior a 9%. O MS negou-se também a discutir as demais propostas e só negociar vale-transporte e auxílio-creche.

Condições dignas de atendimento à população 

O que o governo coloca na mesa de negociação fica muito abaixo do que reivindicam os servidores da saúde federal. Entre os pontos mais importantes da pauta de reivindicações dos trabalhadores estão: mais verbas para o setor; condições dignas de trabalho e atendimento; reajuste de 27,3%, em uma única parcela, referente a perdas salariais; o fechamento de acordos anuais e não plurianuais; incorporação das gratificações e concurso público; fim das privatizações; equiparação à tabela salarial do INSS; jornada de 30h semanais para todos os trabalhadores do setor; e respeito ao direito de duplo-vínculo.






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