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Saúde Federal  

Saúde Federal faz assembleia nesta quinta (20/08), no Sindsprev/RJ

19/08/2015

Servidores da saúde federal durante ocupação do Nerj, no início de agosto, quando o Ministério se comprometeu a abrir negociações sobre a pauta da categoria
Foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente e André Pelliccione

Os servidores da saúde federal fazem assembleia específica nesta quinta-feira (20/08), a partir das 10h, no Sindsprev-RJ (rua Joaquim Silva, 98 – Lapa), quando vão avaliar o resultado concreto da caravana que está em Brasília desde a última terça (18/08), na tentativa de negociar a pauta de reivindicações da categoria junto ao Ministério do Planejamento.
A negociação sobre as reivindicações dos servidores da saúde federal em greve acabou não acontecendo na terça-fera (18/08). O motivo foi a não confirmação da presença de um representante do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG) na reunião, sem a qual as questões econômicas não poderiam ser discutidas, como vêm argumentando sistematicamente os representantes do Ministério da Saúde, em todas as rodadas de negociação já realizadas até aqui.

“O Ministério da Saúde tem se negado a discutir questões como os 27,3% de reajuste, a incorporação das gratificações, a paridade entre ativos e aposentados e a isonomia salarial com o INSS, entre outras, alegando que isto depende do Planejamento. Então, só faz sentido negociar com a presença do MPOG”, frisou o diretor do Sindsprev/RJ e membro do Comando de Greve, Júlio Tavares.

Mais arrocho salarial

Os servidores da saúde federal estão em campanha salarial e em greve desde o dia 7 de julho. A posição do Ministério da Saúde (MS) vem sendo de arrogância, tendo seus representantes repetido nas rodadas de negociação que a proposta já rejeitada em plenárias nacionais e assembleias dos servidores nos estados era a última a ser feita.

Apelidada de ‘Casas Bahia’, a proposição do MS e do MPOG consiste em sequer repor as perdas geradas pela inflação, impondo um acordo rebaixado, válido por quatro anos: reajuste nos percentuais de 5,5% em 2016; 5% em 2017; 4,75% em 2018; e 4,5% em 2019, sempre em janeiro, totalizando 21,3% a serem pagos ao longo de quatro anos. Vale lembrar que a inflação anualizada já é superior a 9%. O MS negou-se também a discutir as demais propostas e só admite negociar vale-transporte e auxílio-creche.

Condições dignas de atendimento à população

Os servidores da saúde federal reivindicam outros pontos: mais verbas para o setor; condições dignas de trabalho e atendimento; reajuste de 27,3%, em uma única parcela, referente a perdas salariais; o fechamento de acordos anuais, e não plurianuais; incorporação das gratificações e concurso público; fim das privatizações; equiparação à tabela salarial do INSS; jornada de 30h semanais para todos os trabalhadores do setor; e respeito ao direito de duplo-vínculo.

A paralisação dos profissionais da saúde federal, em campanha salarial, começou no dia 7 de julho, inicialmente com o Hospital Cardoso Fontes. No dia 23 daquele mês aderiram o Instituto de Tramautologia e Ortopedia (Into), o Hospital de Bonsucesso, o Instituto de Cardiologia (INC) e os hospitais federais da Lagoa e de Ipanema.






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