Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 12/09/2017 06/09/2017 01/09/2017 30/08/2017 30/08/2017
Saúde Federal  

É nesta quinta-feira o ato da Frente Contra a Privatização da rede federal

02/08/2017


Sidney Castro discursa durante ato de fundação da Frente em Defesa da Saúde Federal, no Andaraí
Foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Servidores federais da saúde do Rio de Janeiro participam de um ato público, nesta quinta-feira (3/8), às 10 horas, na Cinelândia, contra o agravamento da crise nos hospitais da rede, agravada pela ampliação do desmantelamento do setor na gestão do ministro Ricardo Barros, à frente do ministério da Saúde desde a posse de Temer. Com o lema “Fica SUS, sai Barros”, o protesto está sendo convocado pela Frente em Defesa dos Institutos e Hospitais Federais do Rio de Janeiro, Contra o Sucateamento e a Privatização, lançada no dia 10 de julho, no auditório do Hospital do Andaraí, por mais de 80 entidades sindicais, associações de classe e partidos políticos de esquerda.

Em manifesto, a Frente denuncia o aumento da precariedade dos serviços prestados pelos hospitais federais, tendo como intenção justificar a sua privatização. O documento frisa que o ministério da saúde atribui o colapso dos institutos e hospitais federais a uma suposta “ineficiência” administrativa, o que é uma falácia para justificar a intenção de entregar essas unidades à gestão privada e abrir caminho para o crescimento dos planos de saúde. E frisa que os interesses governamentais vão na contramão das necessidades de saúde da população brasileira.

A Frente aponta como única forma de barrar este processo, a mobilização dos funcionários da unidades da rede e de todos os segmentos da sociedade. Lembra que o desmonte e a privatização desrespeitam a Constituição brasileira. “O Estado brasileiro assumiu constitucionalmente o compromisso com a construção do Sistema Único de Saúde (SUS), e de ofertar saúde pública, universal, gratuita e de qualidade para toda a população. Nesse sentido as unidades federais do Rio de Janeiro cumprem um papel estratégico no atendimento em média e alta complexidade, e na produção de conhecimento, ensino e saúde na área da saúde”.

O diretor do Sindsprev/RJ Sidney Castro condenou o que chamou de 'política genocida' do governo Temer, implementada através do ministro da Saúde, Ricardo Barros, que vem desmantelando os hospitais federais e colocando em risco de forma irresponsável a vida de milhares de pessoas. Para o dirigente, o objetivo é tentar passar para a população a impressão de que o que é público não funciona para então privatizar de vez a saúde. Sidney defendeu a unidade entre os sindicatos, demais entidades e partidos de oposição como única forma de derrotar esse projeto e fazer cumprir o que está previsto na Constituição de 1988: que o Estado é o responsável pela prestação de serviços de saúde públicos, gratuitos e de qualidade à população.






     Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec