Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 30/05/2019 15/05/2019 14/05/2019 03/05/2019 10/04/2019
Funasa  

Sindicato desmente proposta de reajuste

07/07/2005

 
O Sindsprev/RJ divulgou nota desmentindo a informação, publicada no Jornal Extra na edição de ontem, de que o governo teria proposto um reajuste de 47% para os servidores da base da Fenasps (saúde federal, Funasa, DRT e Ministério da Previdência) e da Condsef. Veja a íntegra do documento:

Primeiramente, até agora o governo não chegou a formalizar, por escrito,
nenhuma proposta na mesa de negociação. O que há são consultas e propostas
feitas verbalmente sobre alguns itens da pauta de reivindicações dos
servidores da Seguridade Social, sendo, mesmo estas, insuficientes.

Além disto, o governo afirma que não dará qualquer reajuste salarial este
ano, rejeitando a reivindicação de 18% de reposição emergencial, referente
ao período do governo Lula, apesar dos servidores federais, em dez anos,
terem recebido reajustes de 1% em 2004 e de 0,1% em 2005, verdadeiras
provocações. Também não responde à exigência de fim das filas e de
investimentos em reaparelhamento dos hospitais e das agências do INSS.

De toda a pauta de reivindicações, o governo Lula acena apenas com respostas
verbais a três questões: 1) prometeu convocar 50% dos aprovados no último
concurso do INSS; 2) usar R$ 140 milhões do Orçamento da União para conceder
gratificação aos servidores do Instituto, calculada pelo critério da
produtividade; e, 3) aos demais funcionários da Seguridade Social (Saúde e
Ministério da Previdência Social) e Ministério do Trabalho pagar parcelado
em seis anos os 47,11% do PCCS, uma dívida trabalhista de 1989 com os
servidores, reconhecida pelo próprio governo e cobrada na Justiça Federal,
já recebidos pelos servidores do INSS. Mesmo neste caso, o pagamento
começaria a ser feito apenas a partir do próximo ano.

Para a Federação Nacional dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência
Social (Fenasps), a força da greve da Seguridade Social obrigou o governo
Lula a abrir negociações, o que aconteceu apenas no dia 1º de julho, no 30º dia
da paralisação. Na avaliação do diretor da Fenasps, Jorge Moreira, este é o
momento de fortalecer e ampliar o movimento. “Sem greve eles sequer nos
receberiam. Agora é o momento de ampliar ainda mais as adesões”, afirmou. Na
sua avaliação é possível fazer o governo avançar. “O tamanho da greve vai
ditar o tamanho da nossa vitória”, acrescentou.

Principais reivindicações dos servidores da Seguridade Social
1) 18% de reajuste a título de reposição salarial e emergencial
2) Programa de reposição das perdas salariais dos últimos 10 anos
3)Melhores condições de trabalho e atendimento, com realização de novo concurso público
4) Extensão imediata dos 47,11% para todos os servidores da Seguridade Social e Trabalho
5) Regulamentação da jornada semanal de trabalho de 30 horas
6) Retomar imediatamente os debates sobre o Plano de Carreira da Seguridade
Social e Trabalho
7) Incorporação das gratificações
8) Gratificação de R$ 250, como antecipação do Plano da Carreira do Seguro Social, num total de R$ 240 milhões
9) Unificação das funções do INSS em dois cargos

Resposta do governo Lula
1)Zero por centro de reajuste
2)Não ao programa de reposição salarial das perdas dos 10 últimos anos
3)Promessa de “estudar alguma reposição” para 2006
4)Convocar mais 50% dos aprovados no último concurso do INSS
5)Pagamento dos 47,11% do PCCS (passivo de 1989), em 12 parcelas, duas a cada ano, em seis anos, a partir de 2006, para a Saúde, MPS, DRT e Funasa
6)Disponibilizar R$ 140 milhões para recompor gratificações, do INSS, valor a ser calculado pelo critério da produtividade.






     Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec