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Funasa  

Funasa: Sindsprev/RJ fecha acordo garantindo realocação

13/03/2014

Pedrinho explica como será feita a distribuição dos trabalhadores, por área
Foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

O Sindsprev/RJ fechou acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES) e com a Vigilância Sanitária da Cidade do Rio de Janeiro para que os empregados públicos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) que antes trabalhavam em Nova Iguaçu, passem a fazê-lo em bairros do Rio. Com uma decisão aparentemente política, o prefeito de Nova Iguaçu, Nelson Bornier (PMDB), rompeu convênio, abrindo mão dos trabalhadores da Funasa, que, de uma hora para a outra ficaram sem lotação.

Em assembleia, nesta quinta-feira (13/3), no Sindicato, já foram realocados, na lista negociada com a SES e a Vigilância, 80 empregados públicos, na divisão AP-3-3. Mais 63 irão para as divisões AP-4, AP-3-2 e AP-3-1. Os demais terão sua lotação negociada mais adiante. Segundo o diretor da Federação Nacional (Fenasps) e diretor do Sindsprev/RJ, Pedro Jorge Gomes de Lima (Pedrinho), a orientação é que todos preencham, nos locais de trabalho, documento em que decidirão para onde vão. ‘Vamos cobrar que a lotação seja em lugares próximos à residência de cada companheiro”, disse o sindicalista, durante a assembleia.

Para Pedrinho, a decisão de Bornier, foi truculenta e irresponsável, prejudicando, não apenas os empregados públicos envolvidos que trabalhavam no município há mais de dois anos, mas também colocando em risco a população. “Retirar mão de obra especializada no combate à dengue pode gerar uma situação de calamidade, expondo a população a uma epidemia da doença”, afirmou.

Caravana pelo RJU e nova assembleia

Vários discursos feitos durante a assembleia avaliaram que depois da categoria conquistar o cargo de empregado público e ser dividida por iniciativa de um grupo que saiu do Sindsprev/RJ, acabou a mobilização e não se avançou muito em termos de conquistas. Todos concordaram que para haver avanços em relação à passagem para o Regime Jurídico Único (RJU), por exemplo, cujo projeto está na Casa Civil, é fundamental retomar as mobilizações. E que o RJU é uma defesa contra arbitrariedades como esta cometida pelo prefeito de Nova Iguaçu.

Neste sentido, foi aprovada a realização de uma assembleia, no dia 25 de março, às 14 horas, no Sindsprev/RJ, para se discutir os próximos passos desta luta. Sendo um deles, o envio de uma caravana a Brasília, no dia 6 de abril. E participação na campanha geral dos servidores públicos federais.






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