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Funasa  

Vigilância em Saúde: todos à assembleia-ato da próxima quarta (3/2)

28/01/2016

Ao lado, cartaz de divulgação da assembleia da Vigilância em Saúde
Arte: Virginia Aor

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

O Sindsprev/RJ convoca todos os servidores da Vigilância em Saúde (ex-Funasa) no Estado do Rio para assembleia emergencial, seguida de ato público, na próxima quarta-feira(3/2), a partir das 11h, em frente ao Núcleo Regional do Ministério da Saúde (Nerj), na rua México, 128 – Centro. Na assembleia os servidores vão discutir a possibilidade de entrar em greve para defender os seus direitos.

Péssimas condições de trabalho

As precariedades vividas pelos servidores da Vigilância em Saúde chegaram a níveis insuportáveis porque o descaso do governo é total. Governo que não oferece aos servidores condições mínimas para que realizem seu trabalho. Os postos de trabalho, por exemplo, são improvisados em instalações de péssima qualidade, sem salas ou mobília adequadas. Pra piorar, também não há Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). E tudo em plena epidemia de Dengue, Chicungunya e Zica Virus, que já atingiu milhões de brasileiros em 18 estados, segundo dados do próprio Ministério da Saúde.

Ao mesmo tempo em que sucateia a Vigilância em Saúde, o governo chama as Forças Armadas para o combate ao mosquito Aedes Aegypti, tentando passar à população a falsa idéia de que estaria comprometido com o bem-estar da população.

Acordo salarial de 2012 até hoje não foi cumprido

Em janeiro de 2015, ao não pagar aos servidores da Vigilância em Saúde a última parcela do acordo salarial de 2012, o governo descumpriu mais um acordo. Desde então, nada fez para resolver o problema. Por isso está tramitando, na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 1030, que busca garantir o pagamento imediato da última parcela do acordo de 2012 e reabre o prazo de opção para adesão ao Regime Jurídico Único (RJU). O PL 1030 está na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da Câmara e ainda não há previsão sobre a aprovação final. Se o governo respeitasse os direitos dos servidores, poderia pagar a última parcela e reabrir o prazo de opção ao RJU sem necessidade do PL 1030. 






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