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Saúde Estadual  

Saúde estadual em greve protesta e exige que Pezão envie PL de acordo à Alerj

16/06/2014

Servidores protestam em frente à Alerj, ao final da passeata que saiu da rua México 128: greve na saúde estadual vai continuar até que governo Pezão envie projetos com termos do acordo
Foto: Mayara Alves

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Servidores da saúde estadual em greve protestaram, na tarde dessa segunda-feira 16, contra o atraso do governo Pezão em enviar à Alerj projeto de lei contendo os termos da proposta discutida entre o Sindsprev/RJ e a Asservisa com o secretário estadual de saúde, Marcos Musafir, prevendo a incorporação de parte da Geeled e da integralidade da gratificação ‘Encargos SES’.

Os servidores iniciaram o ato em frente ao prédio da rua México 128, seguindo em passeata até a Alerj, onde cobraram uma resposta objetiva sobre o pedido de audiência com o presidente daquela casa, deputado Paulo Mello (PMDB), e com o líder do governo, deputado André Corrêa (PSD), feito na semana passada por Sindsprev/RJ e Asservisa (Associação dos Servidores da Vigilância Sanitária). A resposta apresentada pela Alerj foi de que as audiências ainda não foram confirmadas. Quanto à mensagem do governo contendo projeto de lei sobre os termos acordados, a Alerj disse que a previsão é de que chegue ainda esta semana, sem precisar o dia.

As respostas frustraram os servidores que ocupavam as escadarias da Alerj. “Faz mais de 11 dias que o governo apresentou uma proposta e ainda não mandou o PL à Alerj. Há muitos anos que estamos com grande defasagem salarial. Então, não tem desculpa. Estão perpetuando a greve porque querem”, afirmou André Ferraz, da Asservisa.

“Um reajuste de apenas 6% não paga nem a nossa passagem. Por isso não sairemos das ruas enquanto o governo não apresentar um plano de recuperação dos nossos salários”, completou a diretora do Sindsprev/RJ Denise Nascimento, em referência a um item da proposta do governo rejeitado pelas assembleias de servidores e que prevê apenas 6% de reajuste. Mesmo assim, a partir de 2015.

No trajeto da rua México até a Alerj, servidores protestaram com faixas e dois gritos de guerra: ’15 anos sem aumento, Pezão eu não aguento’ e ‘saúde na rua, Pezão a culpa é sua’.

A bióloga sanitarista Marcia Thamsten classificou o atual salário dos servidores da saúde estadual como ‘indigno’. “Recebo R$ 176,00 de vencimento-base, o que é absurdo. Dependo da Geeled de R$ 1.180,00. Essa é a realidade que precisamos mudar”, disse ela.

Médica pediatra da saúde do Estado lotada na Superintendência de Atenção Básica, Patrícia Gomes de Souza frisou a importância da greve neste momento. “Estamos há 15 anos sem aumento e respeito por parte do governo estadual. Queremos que a greve continue até que o projeto de lei entre na Alerj com a nossa proposta de acordo e que seja aprovada. Não queremos que fique na gaveta. Queremos a aprovação total”, afirmou.

Estão em greve os servidores da Vigilância Sanitária Estadual, Vigilância Epidemiológica, Núcleo Central e RH da Secretaria Estadual de Saúde. 






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