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Saúde Estadual  

Trabalhadores da Pró Saúde no Adão Pereira Nunes fazem assembleia nesta quinta-feira (14/05)

12/05/2015

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione e Olyntho Contente

Os trabalhadores da ‘Organização Social’ (O.S.) Pró-Saúde lotados no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (Saracuruna) fazem assembleia nesta quinta-feira (14/05), às 15h, na entrada do Hospital, quando vão decidir os próximos passos da luta pelo pagamento dos salários, atrasados há cerca de 2 meses, e contra a possibilidade de demissões. A Pró-Saúde também atua em outros hospitais do Rio, como Carlos Chagas e Getúlio Vargas, onde o atraso de salários já chega a 4 meses.

Como parte do processo de privatização do Sistema Único de Saúde (SUS), a administração dos hospitais da rede estadual foi sendo gradualmente passada a organizações sociais e à Fundação Saúde do Estado do Rio, desde o governo Cabral (PMDB). O mesmo método também vem sendo utilizado pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB) e, na rede federal, o governo Dilma (PT) vem privatizando através da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), sendo que, no Rio de Janeiro, o processo foi barrado.

Abandono

O atraso de salários não é o único problema grave nas unidades administradas pela Pró Saúde. Falta todo tipo de material, inclusive os mais básicos, como papel higiênico, papel toalha, luva, sabonete líquido, fralda, entre outros, além de medicamentos. A empresa alega que o governo Pezão não vem pagando a ela que, em consequência, não pode creditar os salários em dia.

 






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