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Saúde Estadual  

Pezão diz que seu governo 'não tem dinheiro' para cumprir a lei do PCCS

30/07/2015

Servidores da saúde estadual durante vigília no Palácio Guanabara: frustração com a negativa do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) em implementar o PCCS
Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Em negociação na última quarta-feira (29/7), o governador Luiz Pezão (PMDB) disse que não vai enviar qualquer projeto de Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) da saúde estadual para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) porque, segundo alegou, seu governo 'não tem dinheiro'. O encontro com uma comissão de dirigentes de sindicatos de profissionais do setor, entre eles o Sindsprev/RJ, só começou após a vigília que acompanharia a reunião parar o trânsito em frente ao Palácio Guanabara.

Para a surpresa dos dirigentes sindicais, Pezão ficou de marcar um novo encontro para discutir outras questões, como vale-transporte e vale-refeição, para o próximo mês, o que não são objetivos da campanha salarial dos profissionais da saúde estadual. Para a diretora do Sindsprev/RJ Denise Nascimento, o governador está descumprindo a lei aprovada pela Alerj, sancionada por ele próprio e que previa a implementação do PCCS a partir de janeiro último.

Servidores querem ir à greve

Para Denise, o PCCS foi um compromisso assumido pelo governador e tem que ser cumprido. “Temos direito e vamos exigir que ele seja respeitado. Não é possível vivermos com salários tão baixos. Nossa resposta tem que ser à altura, com uma forte greve que obrigue o governador a cumprir a lei”, defendeu. A dirigente lembrou que o indicativo de greve, em caso de recusa do governador em implantar o PCCS, foi aprovado em assembleia no Largo do Machado e vem sendo referendado nas assembleias de base.

A também diretora do Sindsprev/RJ Clara Fonseca lembrou que o arrocho salarial é tão grande que o salário bruto do nível médio de um servidor com 37 anos de trabalho é de R$ 1.139. Líquido, fica em R$ 556,37. “Menos de um salário mínimo, que é de R$ 778. Um absurdo!.Vamos nos unir e usar todas as nossas forças para defender este que é um direito, conquistado graças à greve que fizemos. É uma questão de dignidade”, afirmou.

Nova assembleia no dia 5/08

Nova assembleia para discutir a construção de uma greve e a campanha salarial pelo PCCS está marcada para o próximo dia 5/08, uma quarta-feira. Será às 14 horas, no auditório do Sindsprev/RJ (Rua Joaquim Silva, 98, Lapa).






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