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Saúde Estadual  

Greve e passeata aumentam a pressão pelo PCCS da saúde estadual

03/09/2015

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Em greve pela implantação e seu Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), os servidores da saúde estadual fizeram na quinta-feira (3/9), pela manhã, uma passeata desde a Rua México 128, onde funcionam vários órgãos da secretaria de saúde do estado, até a sede da secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), na Rua Erasmo Braga, 182, Centro.

A greve foi deflagrada na última terça-feira em função da negativa do governador Luiz Pezão (PMDB) em enviar para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janero (Alerj), projeto de lei criando um PCCS para os trabalhadores do setor. O compromisso foi estabelecido em lei sancionada pelo próprio Pezão ao final da greve da saúde, em junho do ano passado.  Mas agora o governador alega que a criação do plano seria inviável, pois faria a folha de salários da saúde pular para R$ 1,5 bilhão, triplicando seu valor hoje em pouco menos de R$ 500 mil.

Essa alegação vem sendo usada por Pezão nas últimas vezes em que recebeu as lideranças sindicais, a mais recente na terça-feira, quando não apenas ele, mas também a secretária de Planejamento, sustentaram a versão. Os números, no entanto, são contestados pelo Comando de Greve dos Servidores da Saúde. E é justamente isto o que tentaram comprovar ao solicitar à titular da Seplag, Cláudia Uchoa, o documento oficial sobre o impacto do PCCS na folha de pagamentos, o que foi feito, mais uma vez nesta quinta-feira, após a passeata.

A secretária recebeu uma comissão formada por membros do Comando de Greve, hoje, por volta do meio-dia, logo em seguida à passeata. Garantiu que enviaria os cálculos para o Secretário Estadual de Saúde (SES), Felipe Peixoto, entregar a eles, o que, segundo ela, seria feito por ser o PCCS de responsabilidade da pasta de Felipe.

A surpresa, no entanto, foi a negativa do gabinete da SES em encaminhar o documento ao Comando de Greve.

Secretaria de Saúde esconde documento sobre o PCCS

Aproximadamente às 13h30, os servidores chegaram em passeata à sede da Secretaria de Saúde, na Graça Aranha com o intuito de receber os cálculos. O gabinete da SES se negou a entregar os números. O documento que está sendo sonegado pode ser a prova de que o governador Luiz Pezão está mentindo quando diz que a folha quadriplicará com a implantação do PCCS.






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