Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 30/05/2019 15/05/2019 14/05/2019 03/05/2019 10/04/2019
Saúde Estadual  

Em estado de greve, saúde do estado faz assembleia nesta quiinta (12/11) pela implementação do PCCS

29/10/2015

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Em campanha salarial pela implantação do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) e em estado de greve, os servidores da saúde do estado do Rio de Janeiro fizeram, dia 29/10, protesto nas escadarias da Assembleia Legistiva (Alerj). As negociações sobre o envio de projeto de lei criando o plano não estão avançando, não estando afastada a possibilidade de os trabalhadores entrarem em greve.

Uma nova rodada de negociação acontece estava prevista para esta quinta-feira (29/10), na Alerj, com a liderança do governo que tem servido de intermediária junto ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) para encontrar uma solução para o PCCS. Os representantes dos servidores levarão uma proposta de PCCS prevendo a reposição integral das perdas salariais dos últimos 16 anos sem reajuste, algo em torno de 200%, e de aumentos reais anuais. Como exemplo do que isso significaria, o conselheiro da Associação dos Servidores da Vigilância Sanitária Estadual, André Ferraz, disse que, com esse percentual, um funcionário de nível superior que hoje recebe R$ 1.500 passaria a pouco mais de R$ 4 mil. “Hoje, vivemos de maneira precária, com um dos piores salários do estado, graças a todos esses anos de congelamento salarial”, explicou ele, lembrando que a proposta é menor que a inicialmente apresentada pelo secretário estadual de Saúde, Felipe Peixoto, e que previa um PCCS que quadruplicaria a folha de pagamento da saúde. A referida proposta foi em seguida retirada pelo governo do Estado e, posteriormente, em audiência com representantes dos servidores da saúde estadual, Luiz Fernando Pezão alegou que não tinha dinheiro para cobrir as despesas com o PCCS.

“Foi o bode que o governo colocou na sala e depois retirou e não fez qualquer proposta alternativa. A partir daí, entramos em greve, entre maio e junho, e só retornamos ao trabalho quando Pezão disse que voltaria a negociar com o fim da paralisação. Foi estabelecido então um calendário de reuniões todas as quintas-feiras, às 15 horas, na Alerj. Mas infelizmente elas não têm avançado”, resumiu André. Além da reposição das perdas, os profissionais da saúde querem aumento do vale-alimentação, de R$ 4 para R$ 18, a concessão de vale-transporte e a regulamentação da vantagem pecuniária criada para os que trabalham no nível médio da secretaria de saúde, pouco após a greve do ano passado.

Greve

Estão previstas novas reuniões para os dias 3 e 10 de Novembro, sempre na Alerj, às 15 horas. O resultado dessas rodadas será levado à assembleia desta quinta-feira, dia 12/11, às 14 horas, na Rua México, 128, que pode aprovar a deflagração de uma greve geral na saúde. “Esperamos que as negociações avancem. Estamos trabalhando para isto. Demos um recado claro ao governo quando aprovamos o estado de greve. A reposição das perdas salariais e as demais reivindicações são mais do que justas. Decidiremos o que fazer caso as negociações frustrem nossas expectativas”, concluiu André.

 






     Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec