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Saúde Estadual  

Ato no dia 27 defenderá saída de O.S. da saúde e direitos de servidores

21/01/2016

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Os servidores da saúde estadual não aceitam a privatização dos hospitais por meio de empresas denominadas de organizações sociais, a maioria envolvida em denúncias de corrupção. A categoria fará nova manifestação para expressar essa insatisfação e exigir respeito dos governantes na próxima quarta-feira, dia 27 de janeiro, no Hospital Albert Schweitzer.

Boletim denunciando a situação e convocando os servidores a dar uma forte resposta aos governos Pezão e Eduardo Paes está sendo distribuído nos locais de trabalho. “A saúde pública do Rio está mergulhada no caos e na corrupção. É o resultado da entrega dos hospitais para empresas denominadas de organizações sociais (OS). A terceirização e a privatização ocorre à revelia dos servidores e da população, que já demonstrou que rejeita tal modelo e quer serviços públicos de fato”, diz trecho do material.

O texto afirma que a ‘saúde pública tem que ter servidor público’ e alerta para o risco que os servidores correm de não ter mais onde trabalhar caso a política de entrega dos hospitais para organizações sociais não seja revertida. Isto porque, para adotar tal política, os governos estaduais e municipais precisam se desfazer dos servidores estatutários. É o que já ocorreu em várias unidades – o caso do municipalizado Hospital Pedro II é o mais emblemático – e agora chega ao Rocha Faria e ao Albert Schweitzer.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, disse durante reunião na semana passada que vai dar continuidade à entrega das unidades municipalizadas às OS, retirando delas os servidores estatutários – ficariam, no máximo, quem for escolhido e aceitar trabalhar para as terceirizadas e sob uma jornada de 40 horas.

“A privatização vai fechando um cerco contra o servidor concursado que, daqui a pouco, não terá mais onde ficar. Mas se eles têm dinheiro para dar às organizações sociais corruptas, têm para fazer concurso público, melhorar as condições de trabalho e cumprir a lei do PCCS”, exigem os servidores, que devem participar do ato desta quarta-feira (27) em Realengo.






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