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Saúde Estadual  

Saúde estadual entra em greve e participa de passeata, quarta, no Largo do Machado contra pacote de Pezão

14/03/2016

Cartaz de divulgação do ato de 16/março da Plenparia dos Servidores Estaduais do RJ

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Os profissionais da saúde estadual estarão em greve nos dias 16, 17 e 18 de março, e por tempo indeterminado a partir de 6 de abril contra o pacote de maldades do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), pela normalização do pagamento de salários e contra a privatização do setor. A decisão foi tomada em assembléia, nesta segunda-feira pela manhã, em frente ao prédio da Rua México, onde funcionam diversos setores da Secretaria Estadual de Saúde.

Os servidores decidiram, ainda, participar das manifestações que o conjunto do funcionalismo público estadual estará fazendo esta semana: passeata, nesta quarta-feira (16) até o Palácio Guanabara, sendo a concentração, a partir das 14 horas, no Largo do Machado; e novo ato, na quinta-feira, às 15 horas, em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). As propostas aprovadas foram feitas pelo Movimento Unificado dos Servidores do Estado (Muspe). A assembleia aprovou, ainda, a formação de um Comando de Greve que terá com representantes do Sindsprev/RJ, as diretoras Mariá Casanova e Clara Fonseca, além de Paulo Roberto Miranda e André Ferraz, da Asservisa, e dos servidores Sebastião José, do Iaserj, e Ana Couto, da Auditoria da Secretaria de Saúde.

Pacote de maldades

Os servidores continuam com salários atrasados. O 13º foi parcelado. O pacote de maldades prevê, entre outras medidas, zero de reajuste, não implantação do PCCS, a mudança da data de pagamento do segundo para o décimo dia útil; reforma da previdência, com aumento da contribuição dos servidores ao Rioprevidência de 11% para 14%, e taxação dos aposentados; revisão de todas as aposentadorias. O bilhete único passaria a não cobrir todo o valor da tarifa; não mais destinar 5% dos recursos dos royalties ao Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (FECAM), para as Políticas Ambientais de Saneamento. Redução pela metade dos recursos da Faperj, com grande gravidade para o setor de ciência e tecnologia, justamente com a epidemia de doenças como zika. De outro lado, mantém os benefícios fiscais a empresas e organizações sociais.






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