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Saúde Estadual  

Saúde estadual: secretário não se compromete com pauta emergencial; é preciso aumentar a mobilização

09/05/2016

 

 

 

Na foto, representantes do Sindsprev/RJ na primeira audiência com o secretário Luiz Antônio Teixeira Júnior, ao fundo
Foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Na segunda reunião com dirigentes do Sindsprev/RJ, ocorrida dia 9/5, o secretário estadual de Saúde (SES), Luiz Antônio Teixeira Júnior, recebeu a pauta emergencial dos servidores da saúde estadual, cujos itens são: concessão de vale-transporte; pagamento de adicional-noturno; concessão de auxílio-alimentação, com extensão para todos os servidores; regulamentação do adicional de qualificação; e incorporação da gratificação referente ao PCA (Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento).

Em resposta, o secretário disse que, embora ‘compreendesse’ a situação dos servidores, não poderia se comprometer com o atendimento da pauta. O único compromisso assumido por ele  foi defender, junto às esferas de governo, a concessão do vale-transporte e o cumprimento do acordo de greve de 2014, que prevê um reajuste de 6% sobre o vencimento-base, a ser aplicado em junho deste ano.  O secretário, no entanto, afirmou que, devido à atual crise financeira do Estado, até o cumprimento desse acordo estaria ameaçado. Sobre os demais itens da pauta, Luiz Antônio Teixeira Júnior disse que vai pedir estudos sobre os impactos financeiros da incorporação do PCA e do pagamento do adicional-noturno. O Sindsprev/RJ pediu que, independente dos estudos de impacto, a gratificação do PCA não seja mais suspensa nas licenças médicas, licenças-prêmio e nas férias. O secretário não se comprometeu com essa reivindicação.

Ao final da reunião, foi acordado que a Secretaria Estadual de Saúde tente agendar reunião com o governador Francisco Dornelles e representantes dos servidores (Sindsprev/RJ), para dar seguimento às discussões sobre a pauta emergencial.

‘Precisamos aumentar as mobilizações’, afirma dirigente

“Os servidores da saúde estadual são uma das categorias mais massacradas pelas políticas do governo. Tudo o que o secretário ofereceu na mesa ficou muito longe do que a categoria merece. Nem mesmo o auxílio-alimentação, que poderia minimizar a situação de penúria, o Estado quer conceder. Se não tivéssemos feito greve e nos mobilizado, não teríamos aberto esse canal de negociação, mas agora precisamos aumentar as mobilizações e pressionar ainda mais o governo, como fazem os trabalhadores da educação”, avaliou Lúcia Pádua, da direção do Sindsprev/RJ. “Os servidores precisam sair de sua zona de conforto e correr atrás, até porque, se depender do governo, os aposentados continuarão de fora. Como aposentada, não me sinto contemplada”, afirmou a também dirigente do sindicato, Mariá Casanova.

A diretora do Sindsprev/RJ Clara Fonseca lançou um apelo para que os servidores compareçam em massa às assembleias de mobilização que serão realizadas nos hospitais da rede. “Precisamos fortalecer o Sindsprev/RJ nas negociações e o caminho para isso é desde já mostrar o nosso descontentamento com as políticas do governo, que não valoriza o funcionalismo do Estado”, concluiu.

Secretário critica O.S. e fundações na saúde

Na primeira negociação com o Sindsprev/RJ, realizada dia 2/5, o secretário Luiz Antônio Teixeira Júnior criticou as organizações sociais (O.S.) e outras formas de gestão privatizada e terceirizações. “Nossa meta é trabalhar para que o que é nosso (público) funcione, e não o que é terceirizado. Queremos mostrar que é com o servidor público que o setor vai atender melhor”, afirmou na ocasião.

 

 


 






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