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Saúde Estadual  

Saúde estadual: secretário nega PCCS e demais reivindicações dos servidores

20/07/2016

Da Redação do Sindsprev/RJ

Em nova rodada de negociação realizada nesta quarta-feira (20/7), o secretário estadual de saúde, Luiz Antonio Teixeira Júnior, afirmou que não será possível implementar o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) dos servidores. Segundo o secretário, o motivo seria a ‘falta de recursos’ do Estado para a implementação. O secretário, contudo, confirmou a implementação do vale-transporte de R$ 90,00, mas condicionou o pagamento do benefício ao término da greve na saúde estadual, no que foi criticado pelos representantes da categoria e do Sindsprev/RJ presentes à audiência. “É um absurdo que o secretário tente nos impor condições para pagar um vale-transporte que é muito insuficiente. Além do mais, quem decide sobre a greve não é o governo, são os trabalhadores”, protestou Clara Fonseca, da direção do Sindsprev/RJ.

Em breve o Sindsprev/RJ vai convocar uma assembleia geral da saúde estadual, para decidir sobre os rumos da greve e o resultado da negociação desta quarta-feira (20/7).

O.S. fora de hospitais e UPAs

Outros dois assuntos tratados na negociação do secretário Luiz Antonio Teixeira Júnior com o Sindsprev/RJ foram a situação das ‘organizações sociais’ (O.S.) na rede hospitalar e a realização de concurso público. O gestor informou ao Sindsprev/RJ que a presença das O.S. ficará restrita a dois grandes hospitais e 4 UPAs cujos nomes não informou. Segundo ele, nessas unidades serão abertas licitações, via pregão eletrônico, para contratação de empresas terceirizadas nos serviços de administração, limpeza e alimentação.

Sobre concurso público, o secretário disse que não será feito para a contratação de servidores estatutários, mas apenas para temporários, e via Fundação Saúde do Rio. O número de contratações não foi informado pelo gestor.

Estado só se preocupa com Olimpíadas

Interessante destacar que o mesmo Estado que alega ‘não ter recursos para implementar o PCCS e demais reivindicações dos servidores da saúde estadual, como reajuste salarial, incorporação de gratificações e um vale-transporte decente, é o que só se preocupa com a realização das Olimpíadas. Exemplo: com o estado de "calamidade" decretado recentemente, o governo do Rio recebeu quase R$ 3 bilhões. Esse dinheiro, contudo, será usado para atender apenas aos compromissos das Olímpiadas, e não às necessidades vitais da população: não irá um centavo sequer para saúde pública, para educação ou para quaisquer serviços públicos essenciais.

Igualmente não há urgência dos governantes em resolver os já crônicos atrasos de salários do funcionalismo estadual. Não bastasse tudo isso, o governo ainda quer demitir servidores, como mostra o envio do Projeto de Lei 1975/2016, que tramita na Alerj, que altera as metas fiscais do Estado.

 






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