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Saúde Estadual  

Ato no Carlos Chagas, segunda-feira (15/5), por salário e condições dignas de atendimento

10/05/2017

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Na próxima segunda-feira (15/5), às 10 horas, o Sindsprev/RJ convoca todos os servidores do Hospital Carlos Chagas, para um ato público, em frente à unidade que fica em Marechal Hermes. Como nos demais hospitais da rede estadual de saúde, a situação é crítica. Para tentar reduzir as dificuldades, o Sindsprev/RJ se reuniu, em março, com o diretor do hospital, João Fernandes. Ele se comprometeu a resolver os problemas. Mas nada foi feito.

Os hospitais estaduais vivem uma situação de penúria e abandono total. Salários atrasados há meses, falta de equipamentos, de todo o tipo de material, desde limpeza até cirúrgicos. Esta realidade impacta diretamente servidores e a população. Um verdadeiro genocídio. Mas Pezão nada faz para normalizar a situação, parecendo não se preocupar com as vidas em risco. Em função desta realidade dramática, estão em greve os hospitais Eduardo Rabelo, Azevedo Lima, Ary Parreiras, Carlos Chagas e a Perícia Médica.

Vidas em risco

O Hospital Carlos Chagas é um exemplo do que acontece no restante da rede. Há ausência total de recursos. Uma situação de calamidade. Pacientes – adultos, idosos e crianças – fazem o pós-operatório em enfermarias onde faltam seringas, material de limpeza, álcool, analgésicos e antibióticos, entre outros. Segundo denúncias, não há cloro para limpeza dos banheiros, larvas começam a aparecer no depósito de roupa suja, não há lençóis limpos em quantidade para os leitos, nem aparelhos de ar-condicionado. No lugar, funcionam ventiladores. O risco de contaminação é grande. Não há bebedouro em muitas enfermarias.

O hospital vive uma situação de pane total. No último dia 9, quando foram feitas 28 cirurgias, havia somente 10 seringas nas enfermarias para onde são levados os pacientes recém operados. Com salários atrasados há meses, os servidores ainda têm que enfrentar a fome, a falta de dinheiro para chegar ao trabalho e, ainda assim, num esforço enorme, comprar papel toalha, água potável e material de limpeza. No entanto, recebem em dia os empregados da organização social que administra o hospital e da fundação, que trabalham na unidade, o que mostra que há dinheiro somente para o que Pezão julga ser prioritário.






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