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Saúde Estadual  

Saúde estadual decide suspender a greve sem encerrar a mobilização

23/08/2017

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Os servidores da rede estadual de saúde decidiram suspender a greve da categoria e voltar ao trabalho no dia 1° de setembro, mas também aprovaram manter a mobilização e indicaram a possível retomada da paralisação em setembro, caso o governo não regularize o pagamento dos salários.

As deliberações foram tomadas na assembleia geral ocorrida na sede do Sindsprev-RJ, ao final da tarde da quarta-feira (23). Os trabalhadores aprovaram a entrada em Estado de Greve, condição na qual a categoria volta ao trabalho, mas mantêm a mobilização e pode retomar a paralisação a qualquer momento.

Nova assembleia foi marcada para o dia 21 de setembro, na sede do sindicato, quando o retorno à greve poderá estar em pauta, caso o governo não pague os salários de agosto até pelo menos o décimo dia útil de setembro. Além disso, os servidores querem que o décimo-terceiro salário de 2016 e a primeira parcela de 2017 sejam pagas e que haja a previsão de um calendário que regularize o pagamento até o fim do ano.

As decisões não foram consensuais na assembleia. Parte dos servidores votou pela continuidade da greve, por avaliar que o retorno ao trabalho deveria estar subordinado a regularização total do pagamento. Mas a ampla maioria optou pelo recuo momentâneo e pelo Estado de Greve, avaliando ser esse o momento ideal para ‘respirar’ um pouco e buscar construir uma mobilização ainda mais forte em futuro breve.

Heróis

A greve dos servidores da rede estadual de saúde vinha tendo uma adesão parcial dos servidores. O movimento teve papel destacado nas mobilizações e na resistência contra as políticas adotadas pelo governador Luiz Fernando Pezão.

Durante a assembleia, muitos servidores ressaltaram a importância dessa participação e chegaram a classificar como heróis os que se mantiveram o tempo todo na luta. Mas também houve espaço para críticas a quem não se engajou na luta e preferiu a acomodação.

De qualquer modo, as resoluções apontam para a construção de um movimento mais forte, não só para lutar pela regularização dos salários, mas também para defender a saúde pública e a aprovação de um plano de cargos e salários que valorize a categoria.

Luta não para

Quanto à luta pelo PCCS e em defesa do SUS, aliás, não haverá nem tempo para descanso. Durante a assembleia, aprovou-se convocar a categoria a ir em peso à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) no dia 30 de agosto, às 13 horas, para pressionar os deputados estaduais a derrubar o veto do governador ao item da lei do ajuste fiscal que determina que o governo apresente em até 180 dias o Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos servidores da saúde estadual.

Também se deliberou pela participação na plenária unificada da saúde pública que está sendo convocada para o dia 28 de agosto, às 18 horas, na sede do Sindsprev-RJ. Assim como a ida, no mesmo dia da possível votação do veto na Alerj, à passeata unificada em defesa da Educação e da Saúde públicas, marcada para 30 de agosto, às 17 horas, na Candelária.

Calendário das próximas atividades

28 de agosto, 18h: Plenária Unificada de Toda a Saúde Pública - em defesa do SUS público, gratuito e de qualidade – na sede do Sindsprev-RJ, na rua Joaquim Silva 98 – Lapa.

30 de agosto, 13h: Todos à Alerj, para pressionar os deputados a derrubar o veto do governador ao PCCS.

30 de agosto, 17h: Ato unificado ‘Saúde e Educação, Não Abrimos Mão’, às 17h, na Candelária.

21 de setembro: Assembleia Geral da saúde estadual, na sede do Sindsprev-RJ.






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