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DRT  

Servidores da saúde federal, MPS e DRT não devem assinar termo de opção

16/08/2006

Os servidores subordinados aos ministérios da Saúde, Trabalho e Previdência Social não devem assinar o termo de opção que prevê o pagamento parcelado dos 47,11%, em seis anos (uma dívida do governo federal com os trabalhadores, pendente deste a década de 80) e o aumento da pontuação da GDASST (uma gratificação). A orientação é do Sindsprev/RJ e da Fenasps (federação que representa a categoria nacionalmente).
A avaliação das entidades sindicais é de que a medida provisória 301, publicada em 29 de junho último, e que institui a quitação do percentual em seis anos e o aumento da GDASST, previsto em acordo de greve do ano passado, possui cláusulas prejudiciais aos servidores, que não constavam das negociações. Para a diretora do Sindsprev/RJ e da Fenasps, Conceição Marques Porto, a MP 301 é um ardil do governo Lula, uma armadilha que condiciona o recebimento dos valores, à assinatura de um termo de opção de migração para uma nova carreira, com cláusulas prejudiciais aos trabalhadores.






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