A greve nacional dos servidores do Ministério do Trabalho, ao completar três meses, mesmo com repetitivas vitórias judiciais contra o corte de ponto, chega a um impasse: AGUARDAR OU NÃO O JULGAMENTO DO DISSÍDO no STJ, em greve, sem discutir o restante da pauta de reivindicações e/ou ações radicais e de massa que pressionem o governo Lula, o Planejamento e o próprio MTE a respeitar seus servidores.
Portanto, é uma equação simples de ser resolvida. Há uma blindagem do governo que impede desenvolver ações mais firmes que coloquem em xeque a falaciosa política de emprego do governo, as más condições de atendimento à população e de trabalho dos servidores do MTE, na resolução do restante da pauta de reivindicações da greve:
- ampliação do atendimento ao público, com dois turnos de 6 horas;
- melhoria das Condições de
Trabalho, com aplicação da NR 17;
- campanha contra o Assédio Moral, no MTE;
- e convocação de excedentes do último concurso.
Esta blindagem permite ainda que o governo e a mídia, em função do cumprimento da decisão judicial (STJ) de 50%, acusem os servidores do MTE de fazerem greve de pijama, de férias irregulares, como publicou a revista “Veja”.
Assembleia dia 13/07 – terça-feira - 14 horas, no Auditorio do Sindsprev/RJ - Rua Joaquim Silva 98-A – Lapa (atrás da Sala Cecilia Meireles)
- Pauta
-Informes do Comando Nacional em Brasilia
-Panorama da greve
-Deliberações a respeito da greve no estado do Rio de Janeiro
Importante a participação do maior número possível de servidores do ministério do trabalho. Decisões importantes serão tomadas nesta assembleia.