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Sindsprev/RJ quer reunião com SRTE-RJ para exigir cumprimento das 6h do acordo de greve

30/01/2014

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

O Sindsprev/RJ vai solicitar, em caráter de urgência, reunião com o titular da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), Antônio Henrique de Albuquerque. Além de buscar uma solução para as precárias condições de trabalho no órgão, o Sindicato quer o imediato cumprimento do acordo de greve de 2010, especialmente na Agência de Atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em Macaé/RJ, onde, desde 2013, os servidores estão sendo obrigados a trabalhar num único turno diário de 8 horas, em vez de dois turnos de 6h.

Em outubro de 2013, por meio do processo n° 47427.001214/2013, os servidores da agência de Macaé pediram formalmente o retorno do turno de 6h. Desde então, o referido processo está parado no  gabinete do superintendente de Rio de Janeiro, sem qualquer resposta concreta. “A decisão de forçar a jornada de 8h em Macaé é arbitrária porque contraria frontalmente o acordo de greve assinado em 2010 pelo então ministro Carlos Lupi, prevendo 6h para também a sede da SRTE, Caxias, Nova Iguaçu, Norte Shopping e Niterói”.  As 6h são uma conquista e têm que ser cumpridas”, afirmou o diretor do Sindsprev/RJ e servidor do MTE, Ronan Santos.

Na época em que pediram formalmente o retorno das 6h em Macaé, os servidores daquela agência também relataram as precárias condições de trabalho a que até hoje estão submetidos. Algumas das situações relatadas foram a insuficiência de mesas e computadores, ar-condicionado sem funcionamento nas salas de fiscalização e de homologação e insuficiência de espaço na sala de espera do público, entre outros problemas que comprometem diretamente a qualidade do atendimento à população.

O texto conclui com a lembrança de que a instituição de um único turno de 8h, em substituição a dois turnos diários de 6h, reduz o tempo de atendimento ao público e sobrecarrega os próprios servidores.

A decisão de impor a jornada de 8h em Macaé foi tomada pela SRTE-RJ, que, para os servidores e o Sindsprev/RJ, não poderia contrariar uma decisão ministerial que instituiu o acordo de greve.

 






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