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DRT  

Ministério do Trabalho cria grupo de trabalho para discutir PCCS específico

04/07/2007

O ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Carlos Lupi, defende com veemência a elaboração de um plano de carreira (PCCS) específico dos servidores do ministério e garante que priorizará a implementação do plano e a revitalização das delegacias regionais do trabalho (DRTs). ‘Essa será a locomotiva do Ministério do Trabalho’, assegurou o ministro a dirigentes do Sindsprev/RJ.

Carlos Lupi afirmou, no entanto, que pretende seguir as diretrizes do plano de carreira acordado entre a Fenasps e o governo. Exigiu, entretanto, que os representantes da federação, da CNTSS e da Condsef, que vão compor o grupo de trabalho – a primeira reunião será no dia 2 de julho -, sejam servidores do ministério.
- Não queremos pessoas estranhas discutindo e interferindo no plano. Seguiremos as diretrizes da cartilha do PCCS da Fenasps, mas faremos um plano que contemple os servidores e as especificidades do órgão – ressaltou o ministro.
Lupi adiantou que ‘está empenhado pessoalmente’ na convocação imediata do concurso. Segundo ele, o Ministério do Trabalho tem 7.200 servidores, incluindo auditores, aposentados e pensionistas, sendo que, deste total, 95% são terceirizados. De acordo com o ministro, esses trabalhadores custam três vezes mais ao estado do que os servidores de carreira.

O diretor da regional Centro do Sindsprev/RJ, Jorge Queiroz, afirma que um servidor de nível médio ganha cerca de R$ 1.200 líquidos, enquanto um terceirizado recebe cerca de R$ 2.700. Já servidores de nível superior percebem R$ 2.100, e os terceirizados, R$ 3.100.

‘Os concursados são mais baratos para o Estado, tanto que o ministro se declarou radicalmente contra a terceirização. Ele disse que não acaba com a terceirização imediatamente porque, se fizer, terá que fechar muitos setores’, explicou o sindicalista. A previsão é que sejam abertas 1.900 vagas ainda este ano – há 24 anos não há concurso público.
A audiência foi marcada pelo núcleo da DRT/RJ. O Sindsprev/RJ foi o primeiro sindicato recebido pelo ministro.






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