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Política  

Ato na ABI exige cadeia para corruptos

29/07/2005
Com cerca de 1.500 pessoas, foi um sucesso o primeiro ato público de denúncia da corrupção no governo Lula e contra a política econômica, organizado pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), PDT, PPS e PCB.
Realizado dia 28 de julho no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), centro do Rio, o ato também teve a participação de representantes do Sindsprev, Sintrasef, Sintuperj, Coordenação estudantes da Uerj, UFRJ e UFF, Associação Nacional de Docentes do Ensino Superior (ANDES-SN), Sindjustiça, Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL), Conselho Regional de Economia, ASSIBGE e Associação de Engenheiros da Petrobrás (AEPET), entre várias outras entidades e movimentos da sociedade civil. Além de representantes da cada um dos partidos organizadores, o ato contou com a presença dos deputados federais Babá e Luciana Genro (PSOL), do governador de Alagoas, Ronaldo Lessa (PPS), do deputado estadual Paulo Ramos (PDT) e do Senador Juvêncio Fonseca (PDT-MS), para quem Lula “deveria renunciar”.
Com o mote geral “O Brasil não está à venda”, a manifestação foi precedida de entrevista coletiva com a presença da senadora Heloísa Helena (PSOL).
“Qualquer mudança da política econômica exigirá que o povo ocupe as ruas para exigir o rompimento com o FMI e a punição de corruptos e corruptores. Nós trabalhadores temos que intervir nesse processo e não aceitamos a versão de que Lula não sabia da corrupção”, afirmou, em seu discurso, o presidente do PSTU, José Maria de Almeida.
Representando o Sindsprev, a diretora do Sindicato Janira Rocha lembrou que “é preciso construir o fora Lula, apresentando uma alternativa dos trabalhadores”. “Governos como os de Lula, Rosinha e César Maia — disse ela — não têm moral para tomar qualquer medida contra os trabalhadores e a população. Estamos em greve na saúde e previdência, e continuaremos lutando pelas nossas reivindicações”.
“Não devemos e não podemos ter qualquer compromisso de preservar as instituições porque na verdade essas instituições [governo e Congresso] sempre estiveram numa crise crônica e somente os trabalhadores podem apresentar uma alternativa viável para o país”, avaliou a deputada federal Luciana Genro (PSOL). Para Zuleide Faria de Melo, presidente do PCB, “Lula traiu suas próprias promessas de campanha e agora terá que responder por isso perante a população brasileira”.
Representante do PSOL e membro do MTL, Martiniano Cavalcanti afirmou que a atual crise “é o sintoma do apodrecimento do regime montado para beneficiar o capital financeiro, os grandes empresários e oligarquias”. Ele também criticou o papel da CUT na atual crise. “Junto com o PT, a CUT e as demais centrais sindicais têm dado apoio ao governo. Mas não conseguirão esconder o fato de que Lula sabia de tudo”, disse.
O representante da Conlutas, Acácio Rodrigues, classificou o governo Lula como “um governo das elites e do neoliberalismo, que precisa ser derrotado pelos trabalhadores.
As entidades e partidos que convocaram o ato pretendem organizar novas manifestações com o mesmo teor. Embora não sejam consensuais entre todas as forças políticas que estão exigindo a punição dos corruptos do mensalão, algumas propostas defendidas são a anulação das reformas aprovadas no Congresso Nacional (como a da Previdência) e a palavra de ordem do Fora Lula e José Alencar.





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