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Geral  

'Sindsprev/RJ participará ativamente da Central Sindical e Popular'

01/07/2010

A dirigente licenciada Janira Rocha, que defende unidade entre setores que construiram a Central Sindical e Popular
Foto: Fernando França

Por Janira Rocha, diretora licenciada do Sindspre/RJ

Como dirigente atualmente licenciada do Sindsprev/RJ, defenderei nossa permanência na consolidação da Central Sindical e Popular (CSP), fundada no Conclat em Santos, pois acredito que esta é uma necessidade de nossa base de trabalhadores da seguridade social. Tem sido muito difícil fazer lutas na nossa área. Os diversos governos estão neste momento em uma ofensiva contra nós, caçando nossos direitos e impondo várias restrições à população usuária à qual prestamos serviços. Restrições que significam serviços públicos cada vez mais escassos e restrição nos direitos da população.

Infelizmente, o que era para ser um Congresso unitário acabou em divisão. Uma parte importante dos delegados, que foram mal preparados para o debate acordado de ser feito em Santos acabou por romper. Os companheiros da Intersindical não concordaram com o nome proposto pela Conlutas, que tinha a maioria dos delegados do plenário, e decidiram sair. Achei equivocado na medida em que previamente se acordou um regimento interno onde ficou estabelecido que haveria votações em plenário para resolver as questões que não pudessem ser consensuadas. Particularmente achava que as votações só deveriam ser realizadas em questões táticas, de encaminhamento de campanhas de luta, mas a Intersindical e a Conlutas, que tomaram majoritariamente as comissões de preparação do Congresso, acordaram desta forma e não entendo por que o arde no final. Neste momento a principal tarefa é recompormos a unidade entre todos os que saíram. É importante refazer debates pendentes, rediscutir o nome da CSP fundada no Conclat, já que isto é tão fundamental para alguns a ponto de romper a unidade.

Mais importante do que nomes e de quantos cargos cada um vai ter é o fato de que os trabalhadores precisam realmente de uma central que não se acomode às migalhas do governo Lula, que organize as lutas e dialogue com a população para que possamos recompor os serviços públicos. Importante é que a central existe, foi fundada em Santos, tem uma direção e vai buscar recompor a unidade para que sigamos em frente.






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