Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 30/05/2019 15/05/2019 14/05/2019 03/05/2019 10/04/2019
Geral  

Passeata dá início à retomada das mobilizações contra a Copa no Rio

26/02/2014

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Uma passeata com cerca de 1.500 pessoas, percorreu a dividida Avenida Rio Branco, nesta terça-feira (25/2). Organizada pelo Fórum de Lutas e pela Frente Independente e Popular a manifestação protestou contra a criminalização dos movimentos populares imposta pelos governos, através da repressão policial e prisões de ativistas, e pela linha editorial das empresas de Comunicação, chamadas por pelos manifestantes de "imprensa fascista". Desta vez, não houve violência por parte da Tropa de Choque da PM, ou reação dos manifestantes. Talvez, por isto, a mídia, salvo raríssimas exceções, não fez matérias sobre a passeata que pode significar a retomada das grandes mobilizações contra a Copa do Mundo da Fifa, aqui no Rio de Janeiro.

Tartarugas

A passeata saiu às 18h30 da Candelária, seguindo por metade da pista da Rio Branco, divida em duas por blocos colocados pela Prefeitura para dar à via mão dupla. Um número de policiais militares equivalente aos manifestantes acompanhou todo o percurso do protesto, com armaduras pretas, lembrando os personagens do desenho animado Tartarugas Ninjas. Alguns deles usavam óculos com pequenas câmeras acopladas, transmitindo e filmando a passeata.

Muitas pessoas saldavam dos prédios os manifestantes, outras seguiam o protesto pelas calçadas. Às 19h15 chegavam à Cinelândia. Um pequeno tumulto se formou quando a PM deteve duas senhoras por estarem de rosto pintado. Exigiram que elas retirassem "as máscaras". Como elas explicassem que não podiam, foram cercadas por policiais armados. Manifestantes exigiram a libertação das duas. Um advogado ativista exigiu que a Tropa de Choque o deixasse entrar no cerco para acompanhar a revista (ilegal). Logo as duas senhoras foram libertadas. Em seguida houve uma série de atividades artísticas e o protesto terminou. Exemplares do jornal O Globo foram queimados numa fogueira. A mídia deixou de noticiar a passeata, salvo raríssimas exceções, talvez por não ter havido confronto entre os órgãos repressores e os manifestantes.






     Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec