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Geral  

Aprovação ao governo Dilma cai e fica mais perto da queda de junho, mostra pesquisa

27/03/2014

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Pela primeira vez desde que voltou a recuperar, no final do ano passado, parte da popularidade perdida diante das megamanifestações de junho de 2013, o governo Dilma Rousseff (PT) teve em março uma expressiva queda no índice de aprovação. É o que diz pesquisa divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) em conjunto com o Ibope. O percentual dos que consideram o governo bom ou ótimo recuou a 36%, queda de sete pontos em comparação à pesquisa anterior, de novembro de 2013, quando o índice de aprovação estava em 43%.

A nova perda de apoio popular deixa o índice de aprovação ao governo mais próximo dos números de junho de 2013, quando multidões tomaram as ruas do país, do que da recuperação detectada em novembro. Naqueles movimentados dias de protestos, o percentual dos que consideravam o governo Dilma bom ou ótimo baixou a 31%, pior avaliação desde o início do mandato.

A campanha salarial nacional dos servidores públicos federais, que articula uma greve unificada, enfrenta um governo com índices de popularidade bem inferiores aos registrados no último movimento paredista conjunto, que ocorreu nos meses de junho, julho e agosto de 2012. No início daquele movimento, que culminou com o reajuste de 15,8% parcelado em três anos, a gestão de Dilma à frente do Palácio do Planalto era considerada boa ou ótima por 59% dos entrevistados. O cenário que os técnico-administrativos das universidades federais, que estão em greve, enfrentam agora é, portanto, 23 pontos menos favorável ao governo do que o de 2012 . Outras categoria já aprovaram indicativos de construção da greve.

Saúde e educação reprovadas

A desaprovação ao governo é maior em duas áreas que, nas manifestações de massa do ano passado, foram protagonistas nas reivindicações levadas às ruas: 77% e 65% rejeitam o que vem sendo feito na saúde e na educação, respectivamente.  Pouca gente aplaude a atuação na saúde (21%), percentual também baixo na educação (32%). Houve queda no apoio ao governo em todas as nove áreas de atuação aferidas pela pesquisa.

É ainda a primeira vez desde que Dilma assumiu, em janeiro de 2011, que o número dos que desaprovam a atuação do governo é superior ao dos que a aprovam em todas as nove áreas submetidas aos entrevistados. Isto ocorre até com o combate à fome e à pobreza, desaprovado por 49% dos brasileiros, contra 48% dos que aprovam a atuação nesta área – embora, neste caso, a diferença esteja dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O percentual dos que desaprovam é também superior aos que aprovam o que o governo petista vem fazendo no combate ao desemprego (57% a 40%), na segurança pública (76% a 22%), no meio ambiente (54% a 41%), nos impostos (77% a 18%), no combate à inflação (71% a 24%) e na taxa de juros (73% a 21%).

Foram entrevistadas pelo Ibope 2.002 pessoas, de 14 a 17 de março, em 141 municípios. A pesquisa não captou, portanto, eventuais efeitos da crise instalada após denúncias de suposto superfaturamento na compra de refinaria pela Petrobras nos Estados Unidos.






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