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Geral  

Alckmin nega ‘catraca livre’ e metroviários param em SP

05/06/2014

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

A greve dos metroviários de São Paulo, que começa nesta quinta-feira (5), poderia ocorrer não com a paralisação dos serviços, mas como a liberação das catracas para a população usufruir livremente do transporte. A alternativa como forma de mobilização da campanha salarial foi levada pelo Sindicato dos Metroviários de São Paulo à direção da empresa, mas o governador Geraldo Alckmin (PSDB) determinou que fosse negada.

A rejeição da ‘catraca livre’ foi comunicada por meio de ofício da empresa ao sindicato, sob o argumento de que isso “resultaria em disposição dos bens de patrimônio de sociedade e economia mista e prejuízo ao erário do Estado”. O metrô paulista já liberou a catraca outras vezes, por motivos operacionais da empresa.

O sindicato criticou a decisão do governo e disse que a atitude é uma forma de “pressão e criminalização dos trabalhadores organizados” e tenta atrapalhar as iniciativas que buscam uma parceria com a população. A greve dos metroviários de São Paulo por um reajuste salarial maior – a empresa ofereceu 8,7% - e outros itens reivindicados começou com grande adesão no primeiro minuto desta quinta (5) e terá assembleia ao final da tarde. Os trabalhadores decidiram que se ocorrerem retaliações a colegas a greve seguirá até a Copa do Mundo de futebol, que começa no dia 12 de junho, em São Paulo.






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