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Geral  

Eleição da 1ª mulher negra para o TJ: avanço sobre espaços de homens e brancos

10/06/2014

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

A Secretaria de Gênero, Raça e Etnia do Sindsprev-RJ vê na eleição de Ivone Ferreira Caetano para o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, primeira desembargadora negra no estado, como mais um passo da luta histórica contra a discriminação racial do país.

A ascensão da juíza ao TJ, porém, assim como a do ministro Joaquim Barbosa à Presidência do Supremo Tribunal Federal, é também vista como a exceção que confirma a regra. E a regra, neste caso, é a quase total ausência de homens negros e mais ainda mulheres negras em cargos na magistratura ou outros postos de poder. 

A juíza Ivone Ferreira Caetano foi eleita desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro no final de maio. Faz apenas três anos que tomou posse a primeira desembargadora negra do país, a juíza Luizlinda Valois Santos, nomeada na Bahia, em 2011.
Antes de Ivone, primeira mulher negra a ocupar o cargo, apenas dois homens negros chegaram ao TJ: Gilberto Fernandes, eleito em 1998, e Paulo Rangel do Nascimento, em 2010.

O ingresso de Ivone na magistratura ocorreu em 1994, tendo sido a primeira mulher titular do 1º Juizado da Infância e Juventude do Rio, hoje denominado de Vara da Infância, da Juventude e do Idoso. Ao longo de dez anos em que atuou ali, Ivone tomou algumas decisões com forte repercussão, como a permissão para que um casal de lésbicas integrasse o Cadastro Nacional de adoção de crianças.






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