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Geral  

Adeus a Manoel Crispim comove Araruama

07/11/2014

Manoel Crispim: cerca de 30 anos de militância no Sindsprev-RJ
fotos: Mayara Alves

Da Redação do Sindsprev-RJ

“O povo unido/Povo forte/Não teme a luta/Não teme a morte”. A tradicional música das passeatas e manifestações políticas foi cantada assim que o caixão com o corpo do servidor e militante Manoel Crispim Flores foi fechado, por volta das 11h20min da quinta-feira (6), e levado por amigos e familiares da capela para o cemitério São Vicente de Paula, em Araruama, na Região dos Lagos.

Centenas de pessoas foram se despedir do diretor do Sindsprev-RJ, da CSP-Conlutas e ativista da luta contra a discriminação racial, morto em acidente de carro ocorrido na quarta-feira (5), numa rodovia na região. O caixão com o corpo de Manoel Crispim, que foi velado durante a noite na Câmara de Vereadores, foi enterrado coberto com as bandeiras do Sindsprev/RJ e da CSP-Conlutas.

A notícia da morte do servidor do INSS deixou Araruama triste, o município onde nasceu, viveu e cultivou roças e amigos. Bastava andar pelas ruas da cidade para ouvir comentários de pesar e lamento pela perda inesperada. “Estou muito triste, morreu meu amigo Manoel Crispim”, disse uma senhora diante de uma loja. “Estava com ele na semana passada pescando”, lamentou um homem enquanto caminhava para o cemitério. “Vamos lá prestar a nossa última homenagem a ele”, disse uma mulher que se dirigia ao cemitério, numa manhã nublada e abafada em Araruama.

Dirigentes e funcionários do Sindsprev/RJ e trabalhadores da saúde e do INSS de quase todos os municípios da Região dos Lagos compareceram à cerimônia de despedida. “Não sei nem a palavra certa para a ausência dele nas nossas vidas”, disse a agente comunitária de saúde Mônica Cristina. “É uma perda irreparável, Manoel Crispim era incansável nas lutas, naquilo que acreditava. É a lembrança dele que vai nos dar força para [continuar a] luta”, disse Eva Lins Silva, servidora aposentada do INSS e da direção da Regional Lagos do Sindsprev/RJ.

Crispim, que completaria 51 anos no dia 5 de dezembro, deixa mulher, três filhos e um neto, recém-nascido, além de incontáveis amigos e companheiros de luta sindical e política. (HDF)


Despedida: centenas de pessoas compareceram ao enterro do amigo e dirigente sindical






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