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Geral  

Diretora do PAM Del Castilho rebate acusações de que a gestão estaria prejudicando pacientes

10/11/2014

Em relatório publicado no mês de outubro, a diretora-geral da Policlínica Rodolpho Rocco, Márcia Pereira de Mattos, também conhecida como PAM Del Castilho, rebateu denúncias anônimas de que estaria sucateando a unidade e prejudicando o atendimento aos pacientes. No texto do relatório, a diretora do PAM Del Castilho nega que a chefia de enfermagem da unidade seja ilegítima ou esteja irregular em relação aos órgãos fiscalizadores da profissão.

Sobre o atendimento aos pacientes, especialmente os psiquiátricos, diz não haver negligência. Quanto ao controle de material, o relatório reconhece ter havido problemas como grande quantitativo vencido e outros em quantidade superior ao consumo da unidade, mas que ‘todos os materiais disponíveis no PAM estão à disposição do serviço conforme lista checada pelos responsáveis por tal atividade’ e que ‘todos os itens e suas justificativas de falta são informados pela farmácia e almoxarifado, sendo os protocolos de substituição repassados às chefias e responsáveis pela prescrição’.

O texto atribui a falta de Benzilpenicilina a um problema mundial devido à falta de matéria prima.

Sobre o corte de serviços como o de vigilância da unidade, o documento da diretora-geral do PAM diz não concordar, mas alega que os cortes foram determinados pela Secretaria de Saúde. E que a atual direção vem tentando, junto à coordenação, medidas para amenizar o impacto no serviço.

No que se refere ao atendimento da população da área do PAM, diz que o papel da unidade é o de prestar assistência secundária com vagas oferecidas pela regulação.

O documento é finalizado com afirmações de que a direção ‘não teria, jamais, tratado funcionários com arrogância ou truculência’, e de que ‘sempre esteve de portas abertas para ouvir e encaminhar as questões apresentadas pelos trabalhadores do PAM Del Castilho’.

"Como sindicalistas, entendemos a gravidade da situação, que, inclusive, envolveu até ameaças de morte à diretora do PAM, algo absurdo e totalmente inaceitável. Ao mesmo tempo em que queremos ver o PAM funcionar normalmente, nos solidarizamos com a diretora contra as ameaças anônimas recebidas", afirmou o diretor do Sindsprev/RJ Osvaldo Sergio Mendes.






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