Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 30/05/2019 15/05/2019 14/05/2019 03/05/2019 10/04/2019
Geral  

Federais lançam campanha para enfrentar política de ‘arrocho’ de Dilma

25/02/2015

Servidores na entrada do Ministério do Planejamento, no ato que lançou a campanha salarial de 2015
foto: Renata (Andes)

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho, de Brasília

Os servidores públicos federais deram início à campanha salarial unificada em 2015 com um protesto nacional em frente ao Ministério do Planejamento, em Brasília, na manhã da quarta-feira (25). É a primeira atividade pública do funcionalismo desde que as entidades que integram o fórum nacional do setor firmaram o compromisso de lutar juntos por uma pauta comum, que inclui a defesa da data-base, do reajuste linear de 27% referente a perdas salariais gerais, do fim das privatizações e da paridade entre ativos e aposentados, dentre outras demandas.

Os manifestantes também defenderam a derrubada das medidas provisórias 664 e 665, que reduzem direitos previdenciários e trabalhistas e abrem caminho para privatização da Perícia Médica do INSS. Representantes de operários do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), há três meses sem salários e que foram à capital federal exigir uma solução do governo, estiveram na manifestação, solicitaram apoio e saudaram a unidade da classe trabalhadora em suas lutas.

Pauta de reivindicações

Os servidores protocolaram a pauta de reivindicações no ministério, mas não foram recebidos pelo ministro Nelson Barbosa – que convidara, dois dias antes, as entidades para uma mesa de negociação no dia 20 de março. O convite foi visto como resultado já dos primeiros passos da campanha unificada, mas o formato da reunião proposta pelo Planejamento não agradou. Os servidores solicitaram que a data seja antecipada e as características da reunião, discutido.

Circular enviada às federações assinada pelo secretário de Relações de Trabalho da pasta, Sérgio Mendonça, sugere que a audiência com o ministro seja dividida em dois momentos: o primeiro, de apresentação pelo governo da situação econômica atual; o segundo, de definição de como transcorrerá o processo de negociação.

Ato contra Ebserh

Os servidores avaliaram positivamente o protesto, que teve o mérito de simbolicamente representar todos os segmentos do funcionalismo. Mas não deixaram de ressaltar a necessidade de um envolvimento crescente da categoria. Participaram do ato cerca de 500 trabalhadores, a maioria docentes, mas também servidores da seguridade social e da saúde, técnico-administrativos das universidades, das instituições federais de ensino médio, do IBGE, do Judiciário Federal e do Ministério Público da União, de ministérios e autarquias, dentre outros setores.
 
A campanha salarial terá nova atividade nacional já na semana que vem, com o ato contra a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) e todas as formas de privatização na saúde no dia 6 de março, no Rio de Janeiro. A intenção declarada dos servidores é fazer de março um mês de manifestações e de organização da campanha nos estados, numa prévia para a maratona de três dias de protestos em Brasília prevista para a primeira quinzena de abril. O ato dessa quarta, simbólico quanto à unidade, foi só um recado ao governo federal, frisaram vários dirigentes sindicais, de uma campanha pode e precisa crescer.






     Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec