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Geral  

Ato nacional no Rio dirá ‘não’ à Ebserh, à privatização e às MPs de Dilma

04/03/2015

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Os hospitais públicos têm que ser públicos. É o que a manifestação nacional contra as privatizações programada para a esta sexta-feira (6) defenderá nas ruas do Centro do Rio. O ato contestará a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) e todos os demais modelos de privatização. Deverá reunir servidores de todas as esferas da saúde e da educação do Rio e de outros estados. Os movimentos sociais e a população também estão sendo chamados a participar da mobilização, que defenderá ainda a derrubada das recentes medidas provisórias editadas pelo governo que reduzem direitos trabalhistas e previdenciários.

O protesto reunirá pela primeira vez em uma atividade articulada nacionalmente servidores dos hospitais federais e universitários, os dois principais alvos da investida do governo de Dilma Rousseff (PT) sobre as unidades públicas de saúde. A Ebserh é uma empresa estatal, mas de direito privado, criada no final da gestão do então presidente Lula para controlar hospitais públicos do Sistema Único de Saúde.

A concentração para o ato no Rio começa às 16 horas, na Praça da Cruz Vermelha. O Sindsprev/RJ participará e convida todos os servidores, não apenas os da saúde, a comparecer e reforçar esta luta, que é de todos os trabalhadores. A atividade integra o calendário de mobilização do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais, definido na reunião nacional do setor que reuniu quase 400 servidores, há cerca de um mês, em Brasília, da qual o Sindsprev/RJ participou.

O ato nacional centralizado será no Rio de Janeiro, mas haverá manifestações em outros estados. Sem perder o caráter de combate às privatizações na saúde, o protesto é também uma mobilização contra o pacote do governo Dilma que ataca direitos trabalhistas (MP 664) e previdenciários (MP 665) e corta recursos do orçamento dos serviços públicos. O objetivo do governo é fazer superávit primário para pagar juros a credores das dívidas públicas.

Dentre os benefícios atingidos, está o fim do direito assegurado à pensão vitalícia por morte para cônjuges, que passa a depender de uma tabela variável baseada na sobrevida média da viúva ou viúvo calculada pelo IBGE. As medidas provisórias abrem caminho, ainda, para privatização da Perícia Médica do INSS, ao permitir que o serviço passe a ser executado por empresas privadas mediante convênio com a Previdência.


Praça da Cruz Vermelha, a partir das 16h. Estes são local e hora da concentração para ato contra todas as formas de privatização da saúde e medidas do pacote de medidas do governo que atacam direitos previdenciários e trabalhistas.






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