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Geral  

Servidores do PAM Irajá protestam contra falta de segurança e marcam novo ato para 23/06

17/06/2015

 

Servidores e pacientes do PAM Irajá durante protesto realizado nessa terça (16/06) contra a insegurança na unidade
Foto: colaboração

 

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por André Pelliccione e Hélcio Duarte Filho

Servidores e pacientes do Hospital Francisco da Silva Telles, o antigo PAM Irajá, protestaram nessa terça-feira (16), em frente à unidade, para exigir segurança e pedir socorro. A manifestação foi a resposta ao não atendimento das reivindicações da categoria, que viu a insegurança no trabalho aumentar após medidas tomadas pela direção do PAM, como a retirada do antigo portão que dá acesso à Unidade dos Pacientes Graves (UPG), a redução da iluminação da área e a diminuição do quantitativo de vigias terceirizados em cerca de 30%. Questionada pelos servidores, a direção do PAM alega estar obedecendo a determinações da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Na próxima terça (23/06), às 15h, servidores e pacientes do PAM Irajá fazem novo ato público, em frente à unidade, para exigir a solução das pendências, como o restabelecimento do portão na UPG e o retorno de vigias e iluminação.
 
Após as primeiras mobilizações dos servidores – que vivenciaram casos de agressão após a mudança –, a direção do hospital prometeu tomar providencias, mas as medidas foram consideradas insuficientes.

“A saúde pública está um caos. Por isso denunciamos as precárias condições de trabalho e atendimento à população aqui no PAM Irajá, onde os aparelhos de exames da Oftalmologia e da Endoscopia estão quebrados há mais de seis meses sem que a prefeitura tome qualquer providência. A retirada da grade da Unidade de Pacientes Graves foi uma irresponsabilidade da Secretaria Municipal de Saúde.  Queremos que volte imediatamente essa grade e o policiamento na unidade. Caso contrário, vamos paralisar nossas atividades”, afirmou o diretor do Sindsprev/RJ Sidney Castro.

‘Aqui falta tudo’, diz médico do PAM Irajá

“O corte de verbas na saúde pública federal foi de 12 bilhões de reais e não é diferente o que aconte nas saúdes do estado e município do Rio. Isso tudo configura uma grande violência contra os direitos da população, como se não bastasse o aumento da insegurança aqui no PAM Irajá, com a retirada do portão da UPG. Temos que reagir e tem de ser agora”, completou o diretor do Sindsprev/RJ Julio Cesar Tavares.

Lotado na emergência da unidade, o médico Paulo Amaral protestou contra a precariedade do PAM Irajá. “Aqui tá faltando tudo, estrutura, profissional, apoio. A porta da UPG foi colocada há 15 anos porque havia insegurança. Também tínhamos um PM que ficava 24h, mas tiraram sem qualquer explicação. Aqui já houve casos de agressão e a situação vai piorar se a coisa ficar assim. Não podemos aceitar”, disse.

O técnico em enfermagem Cosme Martins fez um chamado aos servidores no sentido de que se mobilizem efetivamente. “Não adianta só termos um grupo pequeno de pessoas participando dessa luta. É preciso que todos nós, servidores, fiquemos envolvidos nas mobilizações.  A insegurança na UPG é grande e a situação não pode continuar como está. Temos que lutar pelos nossos direitos e temos que fazer isso juntos”, frisou.

“Infelizmente, o que vemos aqui no PAM Irajá é o cotidiano de várias outras unidades de saúde. Mas podemos resolver essa questão se construirmos uma unidade entre servidores e pacientes. Segurança é uma coisa muito séria”, afirmou a diretora do Sindsprev/RJ Shirley Coelho.

 

 






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