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Geral  

No ato no Rio, saúde federal e INSS exigem negociação e reafirmam greve frente ameaças

07/08/2015

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Servidores do INSS e do Ministério da Saúde em greve promoveram um dia de protestos no Centro do Rio, na manhã e tarde da quinta-feira (6). A atividade conjunta começou em frente à sede do Ministério da Saúde no Rio, na rua México 128. Parte dos manifestantes, cerca de 30 servidores, ocupou o gabinete da coordenação do ministério no Rio, cobrando o reconhecimento da greve e uma resposta de Brasília com relação às negociações.

“Ocupamos o gabinete do Ministério da Saúde e não vamos sair de lá enquanto não tiver uma notícia de Brasília”, disse ao microfone Lúcia Pádua, da direção do Sindsprev-RJ. “Foi correto ocuparmos o gabinete, existe uma greve que precisa ser reconhecida pelo governo”, disse Sidney Castro, também dirigente do sindicato.  O resultado dessa pressão foi rápido. No início da tarde, o Ministério da Saúde respondeu ao contato feito pela coordenação da pasta no Rio e marcou audiência de negociação para o dia 13 de agosto. Enquanto o gabinete era ocupado, na entrada do prédio cerca de 300 servidores protestavam. Profissionais da saúde estadual e de outros setores se uniram à manifestação. Denise Nascimento, servidora da saúde estadual, disse que a mobilização está crescendo e que o governo tem que negociar com os trabalhadores.

No início da tarde, os servidores do INSS saíram em passeata pelas ruas do centro, enquanto parte da manifestação se manteve em frente ao ministério. “A proposta do ato é mostrar ao governo que a categoria não está com medo, que não adianta ameaçar cortar o ponto ou declarar a greve ilegal, que a categoria está disposta a enfrentar esse debate de um mês de corte de ponto agora a passar o resto da vida com a aposentadoria 50% menor que o nosso salário. Esse ato é uma resposta ao governo que tenta nos acuar na justiça”, afirmou a servidora do INSS Janira Rocha, referindo-se a ameaça de corte de ponto do governo, que quer judicializar a greve. “Não adianta ir buscar o STF para dizer que uma greve legítima e pacífica é ilegal. Ilegal e o governo, ilegal é a corrupção”, criticou.

Em Brasília, no mesmo dia, servidores promoveram marcha unificada e bloquearam as entradas do Ministério do Planejamento. Obtiveram do governo a marcação da próxima rodada da negociação geral, que será no dia 17 de agosto, quando o Planejamento promete apresentar nova contraproposta salarial ao funcionalismo.

Assembleia do INSS

Após percorrerem algumas ruas do centro, com passagem pela Petrobras, centro dos escândalos que estão sendo apurados pela Operação Lava-Jato, os manifestantes retornaram à rua México e, depois, seguiram para o auditório da Gerência Centro do INSS, na rua Pedro Lessa, onde realizaram assembleia que decidiu pela manutenção da greve.






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