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Geral  

Sindsprev-RJ e Conselho de Saúde visitam obras da Emergência do HFB

20/06/2016

Visita às obras da Emergência do Hospital Federal de Bonsucesso - fotos: Niko 

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Representantes do Sindsprev-RJ participaram de visita às obras de reforma e ampliação da Emergência do Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, na manhã desta segunda-feira (20). A atividade havia sido solicitada pelo Conselho Distrital de Saúde da AP3-1 e foi acatada pelo novo diretor-geral do HFB, o médico Valter Cavaliere.

 

É a primeira vez que os conselheiros tiveram acesso ao local. O objetivo foi verificar a situação da obra e sinalizar que as entidades que integram o controle social estão atentas para a questão. Há cinco anos a emergência do hospital funciona num contêiner, a chamada 'Emergência de Lata', desde que o prédio que agora está sendo reformado foi desativado para obras, já que não a presentava mais condições de abrigar o serviço.

 

O sindicato e os servidores vêm ao longo desse período denunciando a situação e defendendo a realização das prometidas obras, que chegaram a ser orçadas e licitadas, mas só começaram em novembro passado. O diretor da unidade acompanhou os conselheiros, os dirigentes do sindicato, da Associação dos Moradores da Vila Pinheiro e da Associação dos Movimentos dos Renais Vivos e Transplantados do Rio de Janeiro (Amorvit), representado por seu presidente, Roque Pereira da Silva. A visita teve ainda a presença técnica de profissionais da empresa responsável pela obra.

 

A previsão segundo a construtora é de que a reforma e ampliação do local estejam concluídas e entregues em outubro. “O contêiner era para ser provisório, mas faz cinco anos que funcionando como emergência”, disse o dirigente do Sindsprev-RJ Osvaldo Mendes. “A emergência de lata tem uma capacidade menor de atender os pacientes”, observou o servidor, que representou o sindicato na visita ao lado do ex-diretor Antonio Oliveira de Andrade.

 

Segundo Valter Cavaliere disse à reportagem, a intenção da administração do hospital ao receber as entidades é permitir a fiscalização do que está sendo feito. Ele assegurou que a direção da unidade está empenhada para que a conclusão da obra se dê no prazo previsto, mas ressaltou que garantir isso não está dentro de suas atribuições técnicas e administrativas.

 

A presidente do Conselho Distrital de Saúde da AP3-1, Maria de Fátima Gustavo Lopes, avaliou que a impressão é de que a reforma está ‘bem adiantada’ e afirmou que o controle social pretende seguir acompanhando o desenvolvimento da obra e cobrar a sua conclusão o quanto antes. Outra preocupação é que a Emergência siga funcionando no contêiner, mesmo que precariamente, até que esteja assegurada a reabertura do antigo local. Há uma preocupação de que o serviço seja desativado antes disso. “É precário no contêiner, mas salva vidas”, disse.

(Leia, em breve na página do Sindsprev-RJ na internet, mais sobre as obras na Emergência do Hospital Federal de Bonsucesso)

 

 

 






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