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Geral  

Ato do 8 de Março, que contesta PEC da Previdência, começa na Candelária às 16h

07/03/2017

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

O Dia Internacional das Mulheres, 8 de Março, será de protestos em diversas partes do mundo. Elas serão protagonistas em manifestações que vão defender tanto do fim das discriminações de gênero e da violência sexista, quanto o combate a projetos que acentuam a desigualdade social e levam à retirada de direitos dos que trabalham.

No Brasil, o 8 de Março, para o qual uma paralisação mundial de trabalhadoras está sendo convocada, terá ainda outra característica marcante: trabalha-se para que seja a primeira jornada de manifestações de expressão nacional contrária às ‘reformas’ previdenciária e trabalhista.

O governo de Michel Temer (PMDB) será contestado por tentar aprovar projetos que tornam o direito à aposentadoria quase inalcançável para a maior parte das trabalhadoras e trabalhadores e que eliminam garantias laborais conquistadas na primeira metade do século passado.

A paralisação, a princípio, está sendo convocada em pelo menos 30 países, entre eles o Brasil. É provável que assuma caráter simbólico em muitos lugares, mas isso não parece tirar o peso da data e a dimensão que o protesto ganhou. Mulheres e homens estão sendo convidados a vestir lilás neste dia em apoio ao movimento.

No Rio, o ato unificado acontecerá no Centro do Rio – a concentração começa às 16 horas, na Candelária, e de lá uma passeata deve sair pelas ruas da cidade a partir das 18 horas, em direção á Assembleia Legislativa (Alerj).
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A data – denominada 8M – está sendo convocada internacionalmente como um dia de greve das mulheres em todo o mundo. “Se nosso trabalho não vale, produzam sem nós”, é o lema da campanha. No Rio, a plenária aberta que organizou a manifestação propôs o período de 12h30 a 13h30 como momento central da paralisação, a Hora M.

As manifestações desta quarta-feira (8) tendem a ser as mais expressivas em âmbito nacional em repúdio às modificações que o governo de Michel Temer quer aprovar nos direitos previdenciários e trabalhistas. Temer deverá ser contestado por tentar impor projetos que eliminam garantias laborais e previdenciárias conquistadas há décadas.

As mudanças propostas ao Legislativo atingem a todos os trabalhadores, mas afetam ainda mais às mulheres – ao ponto de em certos casos uma trabalhadora ter que trabalhar e contribuir com a Previdência por até 19 anos além do que precisaria para se aposentar hoje por tempo de contribuição.






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