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Geral  

Em dia de protestos, Senado fica às escuras na sessão da reforma trabalhista

11/07/2017

Plenário do Senado com as luzes apagadas e sessão interrompida, após protesto de senadoras da oposição - Antonio Cruz/ABr

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Luzes apagadas e sessão interrompida há mais de cinco horas. Assim se encontrava o Plenário do Senado, por volta das 17 horas desta terça-feira (11), na sessão convocada para apreciar a reforma trabalhista. A sessão foi interrompida após senadoras da oposição ocuparem a mesa do Plenário pela manhã, iniciarem a sessão e se recusarem a sair quando o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), chegou para supostamente assumir os trabalhos.

A inusitada forma que a oposição encontrou para obstruir os trabalhos no Senado  ocorre em um dia de protestos em vários estados do país e no Distrito Federal contra a reforma trabalhista. A ação das senadoras é respaldada pelo regimento do Senado, que permite que qualquer parlamentar dê início à sessão desde que haja quórum. A mesa foi ocupada pelas senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR), Vanessa Grazziotin (PcdoB-AM) , Fátima Bezerra (PT-RN), Lídice da Mata (PSB-BA) e Regina Souza (PT-PI), que deram início à sessão e se negaram a sair quando Eunício Oliveira chegou ao Plenário e pediu que elas deixassem o local. Com isso, o presidente do Senado mandou apagar as luzes – às 16 horas, o Plenário já estava às escuras a pelo menos três horas. 

 

Quando chegou, Eunício tentou por dez minutos convencer as senadoras a deixarem a mesa. Como não foi atendido, retirou o microfone, que estava preso à roupa da senadora Fátima Bezerra, que comandava os trabalhos, e anunciou a suspensão da sessão. Em seguida, mandou cortar o som dos microfones e apagar as luzes.  A oposição seguia, às 17 horas, com seu protesto às escuras, e já anunciou que não sairá do Plenário. Eunício convocou as lideranças em seu gabinete para uma reunião. Outro plenário, menor, estava sendo arrumado para abrigar possivelmente a sessão.

Algumas centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais promovem atos e protestos, nesta terça-feira (11), contra a reforma trabalhista. No Rio, a manifestação estava convocada para as 17 horas, na Assembleia Legislativa (Alerj). Antes, haveria um ato na Cinelândia. Os opositores à reforma afirmam que ela levará à eliminação de direitos trabalhistas históricos e só beneficiará os patrões e grandes grupos empresariais – parte deles envolvida nas denúncias de compra de votos de parlamentares.






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