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Geral  

Fenasps transforma 16/8 em Dia de Defesa da Saúde e Previdência Públicas

07/08/2017

Plenária Nacional da Fenasps transformou indicativo de greve em Dia Nacional de Lutas e Mobilizações
Foto: assessoria Fenasps

Por André Pelliccione, enviado a Brasília

Reunida no último sábado (5/8), em Brasília, a Plenária Nacional da Fenasps não confirmou o indicativo de greve por tempo indeterminado, a partir do dia 16/8, na seguridade e no seguro social. Em vez disso, os 78 delegados presentes transformaram o 16 de agosto num Dia Nacional Nacional de Luta em Defesa da Saúde e Previdência Públicas e Contra o Desmonte do Serviço Público, com atos nos estados e na capital federal, buscando construir um calendário comum de lutas junto ao Fórum Nacional dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), que promoveu reunião ampliada na mesma data, também em Brasília.

A plenária da Fenasps mudou o indicativo de greve a partir das avaliações feitas pelas assembleias realizadas nos estados, que consideraram não haver, neste momento, condições para uma efetiva paralisação por tempo indeterminado.
Outras deliberações da plenária foram: realizar ato público no próximo dia 21 de agosto, em frente à sede do INSS em Brasília, cobrando o cumprimento da pauta específica dos servidores da autarquia; organizar seminário nacional para discutir as consequências da implementação do projeto INSS digital; e aumentar a participação da Fenasps na CNESF.

Construindo a unidade com outras categorias

Com delegados representando 13 estados brasileiros, incluindo o Rio de Janeiro, além de observadores, a plenária da Fenasps avaliou a atual conjuntura como de ‘grandes desafios’ para os trabalhadores. “No primeiro semestre deste ano, construimos uma unidade que foi, num primeiro momento, capaz de barrar a reforma da previdência do governo Temer. Mas agora vemos setores do PT e da CUT preocupados apenas com as eleições de 2018, o que atrapalha o movimento. Seja como for, precisamos de unidade e não podemos ter a ilusão de que a nossa luta será resolvida como uma greve sómente na nossa categoria”, afirmou o servidor João Paulo Silvestre, do INSS de Santa Catarina.

Ex-dirigente do Sindsprev/RJ, o servidor Luiz Fernando Carvalho também considerou enormes os desafios a enfrentar. “O recuo da greve do dia 30/6 se deu porque a CUT, a CTB e a Força Sindical apostam nas eleições de 2018 e foi por isso que a reforma trabalhista passou. Apesar da traição dessas direções, é possível construirmos um calendário unificado com outras categorias, para uma greve geral”, disse.

“Nosso desafio é muito grande”, afirma sevidor

“Estamos perdendo o controle sobre o nosso saber profissional, como no INSS, onde a concessão de benefícios depende muito mais de tecnologias do que do trabalho do servidor. Outro problema é a terceirização, que o governo quer implantar cada vez mais no Instituto e em todo o serviço público. É preciso convencer as pessoas da gravidade dessa situação”, afirmou o servidor Jorjão, do Rio Grande do Sul.

“Nosso desafio é mesmo muito grande. Ao mesmo tempo em que anistia dívidas de grandes fazendeiros e bancos, o governo quer aprovar a reforma da previdência e desmembra a seguridade social. Apesar disso, a luta contra as reformas é possível”, completou Moacir Lopes, do Paraná.

Além de denunciar o sucateamento e a privatização dos serviços públicos, os atos dos dias 16 e 21 de agosto terão, como pauta, a luta por reposição salarial; pelo cumprimento do acordo de greve de 2015; jornada de 30 horas semanais para todos os servidores; concurso Público já; e melhores condições de trabalho.






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