Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 30/05/2019 15/05/2019 14/05/2019 03/05/2019 10/04/2019
Geral  

Milhares protestam no Rio por justiça para Marielle e Anderson

15/03/2019

Ato na Cinelândia, na quinta-feira (14) - Niko


Da Redação do Sindsprev-RJ

Por Hélcio Duarte Filho


A Cinelândia recebeu milhares de pessoas, na tarde e noite do dia 14 de março de 2019, um ano depois dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Em vários momentos, a multidão perguntou em coro: "Quem mandou matar Marielle e Anderson?". Houve manifestações em todo país e em diversas partes do mundo.


Na atividade no Rio, grupos musicais, coletivos de teatro e dançarinos se revezaram no palco montado na praça, em frente ao Teatro Municipal. Todos ou quase todos constituídos em favelas e periferias da cidade. Pouco antes, uma aula magna aconteceu na praça, com o tema “Eu Sou Porque Nós Somos”, evento do movimento 21 Dias Sem Racismo dedicado a Marielle. Em março de 2018, Marielle foi morta logo após participar de uma atividade na Casa das Pretas, na Lapa, que integrava a programação deste movimento de combate à discriminação racial.


Pela manhã, ainda na Cinelândia, houve uma atividade denominada “Amanecer Por Marielle”, na qual girassóis, que simbolizavam o seu mandato, foram espalhados pela escadaria da Câmara de Vereadores. O Amanhecer Por Marielle ocorreu ainda em várias outras praças do Rio.


O crime


A vereadora do Rio Marielle Franco, do Psol, e o seu motorista Anderson Gomes foram executados a tiros na noite de 14 de março de 2018. Dois dias antes do ato desta quinta, dois suspeitos de executar o crime, ligados à milícia, foram presos. Um deles mora numa casa no mesmo condomínio do presidente da República, Jair Bolsonaro.


Dor, luto e luta


A irmã de Marielle, Anielle Franco, disse à reportagem que esse ano foi de muita dor e de muita luta. "Era minha irmã e minha melhor amiga", disse. Para ela, é importante que os possíveis autores tenham sido presos, mas a família e os brasileiros querem saber quem mandou matar Marielle. Pouco antes, ao falar no ato, Anielle disse que a dor da família e a a memória de Marielle precisam ser respeitadas. “Querem calar a nossa voz, mas não vão conseguir”, afirmou.






     Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec