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MPS  

Servidores do MPS cobram elaboração de carreira única com INSS

05/09/2011

O servidor do MPS e dirigente do Sindsprev/RJ, Edilson Mariano, que critica não cumprimento da carreirá única
Foto: Fernando França

Por André Pelliccione, da Redação do Sindsprev/RJ

Servidores do Ministério da Previdência Social (MPS) de todo o país estão enviando emails de protesto ao Ministro Garibaldi Alves e ao Secretário-Executivo da pasta, Carlos Eduardo Gabas. Nas mensagens, os servidores criticam o não cumprimento da promessa de instituir um Grupo de Trabalho (GT) que teria por finalidade elaborar a proposta de uma carreira única para a Previdência, reunindo servidores do INSS e MPS. Além dos emails, os servidores, com apoio do Sindsprev/RJ e Associação dos Servidores Integrados da Previdência Social (ASIPS), divulgarão um manifesto nacional cobrando a discussão e implementação da carreira única.
“Estamos preocupados porque o mês de agosto já passou e em agosto que o governo já deveria ter garantido recursos, no orçamento de 2012, para criação e implementação de uma carreira única, se realmente tivesse vontade de fazer isto”, explica o dirigente da regional centro do Sindsprev/RJ e servidor do MPS, Edilson ‘Mariano’ Gonçalves.

Em maio deste ano, plebiscito realizado entre servidores do MPS de todo o país revelou o desejo da categoria pela constituição de carreira única com os colegas do INSS (vinculados à carreira do seguro social, já existente). Antes do plebiscito, cada uma das instâncias — MPS e INSS — já estava com Grupos de Trabalho (GTs) específicos. No caso do INSS, o GT discutia a reestruturação da já existente carreira do seguro social. No caso do MPS, o GT elaborava uma proposta de implementação de carreira específica, já entregue ao Ministério do Planejamento. Na época do Plebiscito, contudo, a promessa do governo era que o MPS iria operacionalizar as discussões para elaboração de uma carreira única.
Segundo Mariano, outro problema foi que o GT do Seguro Social continuou funcionando como se nenhuma proposta de carreira unificada estivesse em discussão. “Nunca entendemos isto, o que mostra desrespeito com os servidores do MPS, especialmente aqueles que votaram no plebiscito”, diz.

 






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