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INSS  

Dirigentes do Sindsprev vão a Brasília defender suspensão do aumento da jornada no INSS

25/02/2013

O presidente do INSS em frente à Gerência Centro do Rio, na Pedro Lessa: medida surpreendeu servidores
foto: Niko

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Dirigentes do Sindsprev-RJ se dirigiram a Brasília para acompanhar o desenrolar da medida anunciada pelo INSS que acaba com a jornada de 30 horas semanais e defender junto ao presidente e à direção do Instituto que ela seja suspensa.

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Pegou os trabalhadores de surpresa e causou indignação nos locais de trabalho o comunicado do INSS divulgado na tarde da sexta-feira (22). Ele estabelece prazo de 30 dias para que todas as gerências ponham fim ao turno estendido de 12 horas de expediente e aumentem a jornada semanal de trabalho dos servidores para 40 horas. “É uma tragédia para a categoria”, disse Rolando Medeiros, dirigente do sindicato e servidor da autarquia, resumindo o significado da decisão unilateral da administração do órgão.

Problemas são localizados
Ao lado dos dirigentes do sindicato Irineu e Jorge Miranda e do coordenador do departamento Jurídico, Roberto Marinho Rocha, Rolando integra a comissão que foi a Brasília e tentará audiências com o presidente do Instituto, Lindolfo Nero de Oliveira Sales, e com o procurador-geral do INSS, Alessandro Antonio Stefanutto. Os servidores também devem ir ao Ministério da Previdência. “O presidente do INSS tomou essa decisão sem sequer conversar com os sindicatos”, criticou Rolando. Ele não vê justificativa para aplicar uma medida dessas em todo o país com base em relatório de um procurador federal de São Paulo, que faz uma análise, segundo ele, localizada e deslocada da realidade.

Para exemplificar, o dirigente sindical citou o quadro do Rio de Janeiro, onde os problemas nas chamadas metas são restritos a poucas agências e, em todas elas, justificáveis por situações específicas que cada uma vive. Ele recordou que em novembro do ano passado, na primeira audiência com o atual presidente do INSS e o procurador-geral, a avaliação era de que os resultados do turno estendido estavam sendo satisfatórios e que os problemas a serem resolvidos eram localizados. 

Luta Histórica
A defesa das 30 horas semanais faz parte da história da categoria. Em junho de 2009, o então governo Lula impôs aos trabalhadores o aumento da jornada para 40 horas. No final de 2011, após um balanço negativo sob todos os aspectos da nova jornada e a continuidade da defesa das seis horas diárias pela categoria, o Ministério da Previdência aceitou reestabelecer as 30 horas semanais. A medida entrou em vigor em março de 2012 e foi comemorada como grande vitória pela categoria.






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