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INSS  

Servidor do INSS: veja as orientações para o Plano de Reposição

08/12/2015

Assembleia do INSS que aprovou as orientações para o Plano de Reposição
Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev/RJ

Realizada na última sexta-feira (4/12), no auditório do Sindsprev/RJ, a assembleia do INSS aprovou um conjunto de orientações aos servidores do Instituto acerca do Plano de Reposição do serviço represado durante a greve deste ano. São orientações necessárias para garantir os direitos dos servidores do INSS durante o processo de reposição.

Caso os gestores, nas APS e gerências, criem obstáculos à implementação dessas orientações, os servidores devem procurar o representante do Departamento do INSS no Sindsprev/RJ mais próximo da sua região. São eles: 

Gerência Centro - Sonia 997340529 | Nara 992026526 | Bruno Mello 980299411;
Gerência Irajá - Camilo 986161652 | Milena 964448054 | Felipe 969087950;
Gerência Caxias - Bruno Guedes 971730083 | Gina 996479870 | Carmela 991620704;
Gerência Teresópolis - Malu (21) 980035611 | Reginaldo (22) 998804675;
Gerência Volta Redonda - Regina (24) 999961524| Jorginho (24) 999112017 | Rose (24) 999965574;
Gerência Niterói - Vinicius 986520337 |Rodrigo 995196422 | Olga 995223629;
Gerência Campos - Carol (22) 999861825 | Carlas (22) 981429317 | Popoio (22) 981330744.


Veja as orientações aos servidores

  1. Proceder à checagem dos números da planilha constante do Memo-Circular nº 23, já que a própria Presidência do INSS assumiu estarem superfaturadas e se comprometeu com sua revisão. No entanto, ninguém melhor que nós, em cada APS, para, junto com chefias locais, definirmos esses números. Se a chefia não souber identificar exatamente o que estamos repondo, esta não deverá prosseguir e o Sindsprev/RJ deve ser chamado para adotarmos as medidas cabíveis;
  2. A reposição é de toda a APS (institucional), e não apenas de quem "fez" a greve. Assim é que a reposição deve ser organizada, seja por mutirões ou outra metodologia acordada entre servidores e chefias. Após tarefas serem realizadas, devem ser mensuradas e registradas no SRAR, de forma a findar a "dívida" do servidor que necessitar desse registro;
  3. Já solicitamos à direção do INSS que seja feita a limitação do agendamento, a fim de permitir que o serviço seja reposto dentro da carga horária normal. A assembleia dos servidores orienta que nenhum servidor aceite trabalhar mais que 30 minutos além de sua carga horária normal;
  4. As chefias deverão permitir aos servidores o acompanhamento do registro das tarefas de reposição realizadas no SRAR;
  5. Todos os serviços deverão ser contabilizados para fins de cálculo da reposição, e não só os processos;
  6. Orientamos os servidores da área-meio a produzirem relatórios com todas as tarefas que realizaram desde o término da greve, para que, quando for publicada a orientação da área, possamos pedir a homologação dos mesmos;
  7.  Sobre prazos: quanto os prazos de 04/12 e 09/12 dados para gerentes e Superintendente, entendemos apenas como iniciais e que, como foram muito limitados, não podem significar problemas para as APS que não entreguem suas propostas de reposição. Tudo estará aberto a negociações, já que esse processo está aberto nacionalmente. Mensalmente o Sindsprev/RJ  vai se reunir com gerentes e Superintendente para avaliar e acompanhar esse processo. O mesmo procedimento será adotado pela Fenasps, em Brasília, junto à direção do INSS. Na próxima reunião com o Superintendente Regional Sudeste II vamos acertar a realização de uma reunião com os gestores locais das 104 APS do Estado do Rio, a fim de estabelecermos diálogo que não permita "interpretações pessoais" afastadas do que vem sendo negociado em mesas nacionais e no âmbito da SR2;
  8. No prazo final de 6 meses — que é flexível e apenas uma referência, na medida em que o acordo final de greve não estabeleceu prazos para a reposição —, vamos avaliar o quadro e medir a necessidade de continuidade, o que inclusive já estabeleceu entre nós e a Administração do INSS a necessidade da suspensão do próximo ciclo do Ima-GDASS. Portanto, olho vivo;
  9. Quando saímos da greve, o INSS nos apresentou um "débito" de um milhão e seiscentos mil processos. No entanto, após muitos cálculos e debates nas mesas de negociação, esse número desceu para 890 mil processos, sobre os quais deverá incidir um índice de 40% de redução, a termo do que já foi reposto desde o fim da greve. Sobre essa referência deveremos buscar os números de cada APS, sendo certo que as APS que avaliem já ter reposto sua demanda no período pós- greve até aqui devem procurar o Sindsprev/RJ para que acertemos a homologação dessa reposição com a SR2. Olho vivo na aplicação dos 40%, para que "dívidas" da greve dos peritos não sejam adicionadas à nossa reposição.





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